“Entre os antigos, uma ave fabulosa chamada Fênix foi descrita pelos primeiros escritores… em tamanho e forma ela lembra uma águia, mas com certas diferenças. O corpo da Fênix é coberto por penas roxas macias e brilhantes e as plumas em sua cauda são azuis e vermelhas, alternadamente. A cabeça é de cor clara, e em torno do pescoço há um colar de plumagem dourada. Na parte de trás, nas costas, a Fênix tem um chumaço de penas de cor brilhante… Dizem que vive por 500 anos e, na sua morte, seu corpo se abre e uma nova Fênix recém-nascida aparece. Por causa desse simbolismo, é considerada um símbolo da imortalidade e da ressurreição… A Fênix é um sinal das ordens secretas do mundo antigo e dos iniciados nessas ordens, pois era comum referenciar uma pessos que tinha sido aceita nos templos como um homem nascido duas vezes, ou renascido. A sabedoria confere uma nova vida, e aqueles que tornam-se sábios são renascidos.” [pg 176-177] Manli P.Hall,Maçon, Trigésimo Terceiro Grau,K.T.
Encontrado perto do sítio onde estava o templo em referência foi também encontrada uma fina estátua de Gudea , …” As enciclopédias maçônicas de Coil e Mackey apresentam um texto semelhante e provavelmente foram usados como fonte por Bernard Jones. A cidade de Lagash esta situada ao sudoeste da Babilônia, entre os rios Tibre e Eufrates perto da moderna cidade de Shatra no Iraque, ela era um antigo centro de artes, da literatura e militar, com imensa força política. Dos sumerianos este símbolo passou para o povo de Akkad. Posteriormente foi usado por muitas tribos e grupos de nações. Sabe-se que Marius,Cônsul Romano, em 102 AC. por decreto indicou a águia bicéfala como símbolo da Roma Imperial. O Dr. Albert Merz, 33º, afirma em artigo publicado no NEW AGE (Scottish Rite Journal) de março de 1959 que O Sagrado Império Romano em 1414 AC. tinha a águia bicéfala em seus selos, ela simbolizava a unidade e universalidade do Império.
Os sucessores do Conselho de Imperadores do Ocidente e Oriente, são os vários Supremos Conselhos do Grau 33º espalhados pelo mundo, que herdaram a insígnia do emblema pessoal de Frederico o Grande, considerado como o primeiro Soberano Grande Comendador do Rito Escocês Antigo e Aceito, conferindo ao Rito o direito de usa-la em1786. (Sic.) simultaneamente adotou (acrescentou) mais sete graus (Aceitos) aos vinte e cinco conhecidos (Antigos), chegando-se então a trinta e dois graus Antigos e Aceitos. A esses graus foi acrescentado o Grau governativo do Rito de número trinta e três.
Observa-se que os Supremos Conselhos que tinham laços com a grande Loja da Inglaterra têm em seus selos a águia com as asas para cima, conquanto os supremos conselhos que tinham laços com a Grande Loja da França, têm em seus selos a águia comas asas voltadas para baixo. Existe este padrão, seja ele intencional ou não.O fato de a águia estar representada com as asas abertas para cima ou para baixo é uma questão diretamente relacionada ao desenho do selo por um Supremo Conselho em particular, como resultante do gosto artístico de cada povo, preferindo uns o estilo clássicoa Águia Bicéfala de Lagash tem suas
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