A cozinha do Inferno: misticismo, fome e morte no Haiti


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Misticismo, fome e morte são três palavras sinônimas na vida do povo haitiano. Ex-colônia francesa, o Haiti tornou-se independente há cerca de 200 anos, mas ainda não encontrou o caminho do desenvolvimento. Exemplo da pobreza e precariedade que o país vive (sendo considerado o mais pobre do continente americano), na capital Porto Príncipe existe um lugar conhecido como “cozinha do inferno” onde milhares de pessoas perambulam em meio às carnes comercializadas a céu aberto. Sem nenhuma higiene e controle sanitário, os comerciantes disputam o espaço com drogados, alcoólatras, fezes de rato, vacas, cavalos, porcos etc. Os turistas evitam passar pelo lugar devido o forte odor das carnes podres misturadas às fezes. Mas o Haiti também possui outras mazelas, como a falta de um estado leigo. O ex-presidente haitiano, Jean Bertrand Aristides, declarou, em 2003, o vodu como a religião oficial do país. São praticados rituais de magia negra em cemitérios, terreiros e encruzilhadas.

Segundo a revista Defesa da Fé, em matéria publicada em 2004 sobre os mistérios do vodu, o fundador da Missão Evangélica do Norte do Haiti, Jean Berthony, promove anualmente uma campanha evangelística no país, o que tem gerado bons resultados. Numa dessas reuniões, autoridades locais proibiram o seu trabalho, declarando que a cruzada evangelística do pastor Berthony tinha sido o responsável por expulsar todos os espíritos vodus do país durante um tempo.

A nossa oração e desejo é que o povo haitiano encontre libertação e vida em Jesus. Longe de nós querermos associar a recente tragédia que o país sofreu com as praticas do vodu, mas se eles estivessem com Jesus o conforto seria maior. Não tenha dúvida.

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