A heresia comunista agoniza
Em todas as épocas, houve quem ofendesse Deus, negando Sua autoridade suprema sobre os povos da Terra. São adversários da Santa Igreja que empenham-se em denegri-la, em açoitá-la, em negá-la, sem saber que a luta que abraçam é, de antemão, fracassada.
Muitos desses homens incorrem no pecado ainda mais nefasto de levar uma multidão de inocentes sob a égide de suas perniciosas convicções. E quando ascendem ao poder, como estadistas, dá-se o terrível degringolar de nações inteiras oprimidas por seus erros e heresias.
Fidel Castro foi um desses homens. O perverso ditador cubano, que tomou o poder há 49 anos e renunciou no último dia 19 de fevereiro, foi certamente um dos líderes políticos que mais se esforçou para disseminar o pecado do ateísmo na América Latina.
Nas cinco décadas em que governou, Castro não poupou vidas. Procurou eliminar cada um de seus adversários políticos. E foi além…
O perseguidor da Santa Igreja
Não satisfeito em promover o morticínio de quem simplesmente não o apoiava, empreendeu ainda uma violenta perseguição à Santa Igreja.
Em 1959, expropriou grande parte dos bens da Igreja. Quatro anos depois, expulsou cerca de 130 sacerdotes da Ilha e negou o visto de mais de 2600 padres e freiras estrangeiros.
É fato que, ao final da década de 90, o ditador buscou uma reaproximação com a Santa Igreja, porém sua motivação para isso repousava em mais um raciocínio torpe.
Visando abrandar o enorme isolamento político e econômico de Cuba, Castro aceitou a visita do Papa João Paulo II à ilha, em 1998. Meses antes, Castro ainda decretou o feriado de Natal em Cuba, o mesmo que ele próprio abolira em 1969.
Mensagem de Fátima: previsão da agonia comunista
Toda a trajetória de Fidel Castro foi consonante ao seu desprezo por Deus. E para erigir sua imagem de líder comunista, desprezou também a preciosa mensagem de advertência deixada por Nossa Senhora aos três pastorinhos, em 1917: a Mensagem de Fátima.
Ela prenunciou o horror do comunismo que alastrava a Rússia e antecipou as catástrofes de um mundo que não abraçasse a devoção do Seu Imaculado Coração.
No entanto, o mundo precisou sofrer a dor anunciada por Nossa Senhora para atentar para a devastadora chama do comunismo.
Agora, Castro dá fim à sua trajetória como chefe de Estado, mesmo que, infelizmente, tenha tido tempo para inocular seus frutos podres no continente americano.
Farc, Chávez e outros frutos podres
Onze dias após a renúncia de Fidel Castro, na madrugada de 1o de março, o exército colombiano eliminou Raul Reyes, considerado o “número 2” das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
O desenrolar do episódio acabou expondo o idiotismo da esquerda comunista do continente, em outras palavras, os frutos podres que Castro gerou na América do Sul.
Diante do assassinato de Reyes, que se deu em uma situação controversa (as tropas colombianas avançaram no território equatoriano durante a operação), o governo equatoriano reclamou o direito de soberania nacional sobre seu território, que abrigava o acampamento dos terroristas.
A diplomacia colombiana se retratou, alegando que as tropas se viram obrigadas a adentrar o território equatoriano para concluir a ação militar.
O clima, porém, ganhou ares pândegos de bravata ideológica quando o presidente venezuelano, Hugo Chávez, entrou no debate. Seu grande alvo foi o presidente colombiano Álvaro Uribe.
O insolente dirigente venezuelano o chamou de “cachorro” e ainda agravou a crise diplomática ao mobilizar tropas na fronteira com a Colômbia e declarar estar pronto para um conflito em caso de uma invasão colombiana (invasão esta, nada plausível).
Não é de se surpreender que Chávez manifeste apoio às Farc. Afinal, ambos representam as duas faces de uma mesma moeda: a agonizante resistência comunista na América Latina.
O que de fato choca é a sanha de Chávez e desta criminosa guerrilha narco-marxista em assumir a herança herética de Fidel Castro.
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Fonte: fatimaemfoco.blogspot.com















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