A história do socialismo soviético e nazismo


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Partidos como PT, PCdoB, PSTU, PSOL, dentre outros da coligação querem tornar o Brasil um país comunista, apoiados na utopia de se viver em uma sociedade onde o bem é comum a todos, onde o trabalhador é o proprietário dos meios de produção, onde não há desigualdade social, não há fome, onde todos têm direitos iguais…

Será que isso é verdade?

Veja só o que é o comunismo quando colocado em prática:

ASSISTA E REFLITA…

A historia do socialismo soviético e nazismo – PARTE 1

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3 Comentários

  1. Ezequiel Rocha disse:

    Depois de morte de Lenin, Stalin assumiu o poder mandando matar todos os seus camaradas do Comitê Central, e demais pessoas que o ajudaram a tomar o poder, neste caso matou os “ricos burgueses” que o ajudaram com dinheiro e seu poder de influência na sociedade a implantar as idéias comunistas, a ordem de execução era também para pessoas simples e tolas da causa revolucionária comunista, usadas somente e devido a sua ignorância a respeito dos reais objetivos do Parido Comunista.

    Essas pessoas foram assassinadas porque seriam ou poderiam ser um problema quando o comunismo mostrasse as suas garras. Sendo assim Stalin mandou matar todos os tolos que o ajudaram, com 3 exceções: Lenin, Sverdlov e ele mesmo.

    Depois empreendeu uma “reforma” na história do Partido Bolchevique com centenas de falsificações de documentos e fotos, das quais apagava seus opositores, para negar sua participação no assassinato deles na revolução russa de 1917.

    Alguns historiadores acreditam que o número de vítimas da revolução repressiva do comunismo estalinista talvez não ultrapasse os quatro milhões; outros, acreditam que número de vitimas do comunismo seja bem maior. O escritor russo Vadim Erlikman, fez as seguintes estimativas:

    Número de mortos

    Executados: 1,5 milhão

    Fome e privações (gulags): cinco milhões

    Deportados: 1,7 milhão

    Prisioneiros civis: um milhão

    Total: aproximadamente nove milhões

    Os estudos continuam e alguns pesquisadores, como Robert Conquest começam a somar provas, de cerca de vinte milhões de vítimas assassinadas pelo comunismo.

    Ezequiel Rocha

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