O jornal Star-Times pulblicou no ultimo domingo uma reportagem onde mães descobrira que suas filhas haviam abortado secretamente com a ajuda de amigos e de conselheiros da Escola “Fiquei horrorizada. Horrorizada com o fato de que minha filha teve de passar por tudo isso sozinha, e horrorizada que os amigos e conselheiros dela tivessem sentido que ela não deveria nos falar nada sobre o assunto” disse uma mãe de uma adoslecente de 16 anos, que já havia encontrado a filha chorando mas ela não revelou o motivo da angustia. Outra mãe tentou encontrar informações sobre um possível aborto realizado em sua filha de 15 anos, mas não obteve nada, segundo ela as pessoas estavam totalmente fechadas, que nada queriam falar. Kathryn Dalziel que escreveu sobre leis de privacidade nas escolas da Nova Zelândia explicou que o sigilo ligado aos conselheiros se aplica à realização de abortos. “No que se refere à contracepção e ao aborto, eles [os conselheiros] precisam do consentimento da aluna antes de poderem partilhar essas informações aos pais ou à escola”, Ela ainda concluiu que um conselheiro que quebrar a lei do sigilo pode ser demitido.Pais ficam horrorizados ao descobrirem que Escolas da Nova Zelandia ajudam adoslecentes a praticarem abortos secretos.
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Pesquisa na Nova Zelandia revela que mulheres que se submetem ao Aborto são mais propensas a desenvolver problemas mentais que as que decidem ter seus filhos.
David Fergusson, um psicólogo e epidemiólogo que defende os resultados do mesmo e não se surpreende pelas críticas. “É um tema muito sensível e emotivo. A gente tem crenças muito apreciadas que não gostam de submeter a dúvida alguma”. Segundo o perito, suas evidências são claras e o aborto pode ter conseqüências na saúde mental das mulheres.
Fergusson e seus colegas da Escola de Medicina e Ciências da Saúde de Christchurch na Nova Zelândia analisaram os casos de 1.265 mulheres desde seu nascimento em meados de 1977. Todas têm 28 anos. Deste total, mais de 500 resultou grávida pelo menos uma vez à idade de 25 anos e desse grupo, 90 se submeteram a um aborto.
Das que se submeteram a um aborto, 42 por cento sofreu conseqüentemente problemas mentais sérios com sintomas que incluíram depressão, tendências suicidas e abuso de drogas e álcool.
Segundo Fergusson, esta cifra é 35 por cento maior que a registrada entre as mulheres que deram a luz a seus filhos e quase o dobro entre as que não resultaram grávidas.
Os resultados foram apresentados no Londres Journal of Child Psychiatry and Psychology.
Fergusson tentou publicar seus estudos em outros quatro médios americanos mas não conseguiu seu objetivo.
Segundo os analistas pro-vida, o interessante do estudo de Fergusson é que pode servir para modificar as legislações em alguns países onde o aborto é permitido sob o suposto de que a gravidez supõe um risco para a saúde mental da mãe. O relatório em questão prova o contrário: submeter-se a um aborto implica maiores possibilidades de sofrer problemas mentais.
“Não profaneis a terra onde viveis: a terra fica profanada com o sangue, e pelo sangue derramado na terra não há expiação, a não ser pelo sangue daquele que o derramou.” (Num 35,33) Andréa Ribeiro Fontes Blog Julio Severo Blog Objeto Dignidade Google Imagens
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