Apostasia: Padre que diz que sua “profissão” não impede dele frequentar barzinhos e passar uma tarde na praia


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Que Jesus seja mais amado e melhor servido por todos nós!

Infelizmente existem pessoas que tem essa visão diabólica de achar que ser sacerdote é uma profissão, mas não é!

Ser sacerdote é ser um outro Jesus, é dá a vida e fazer a vontade plena de Deus. É um chamado vocacional e não uma profissão. O jovem deve se sentir chamado a essa vocação, pois essa missão é ser um outro Jesus. Ele nos forma que pra segui-lo é necessário “renunciar a si mesmo, tomar a sua cruz e segui-lo.” (Mt 16,24).

Se para nós discípulos deve ser assim, imagine para um sacerdote (outro Jesus) como deverá ser?

Jesus não teve nem “onde reclinar a cabeça” (Lc 9,58)…

Jesus teve uma vida de penitência e de jejum: “Jejuou quarenta dias e quarenta noites” (Mt 4,2)

Esse foi o ensinamento de Jesus para as suas ovelhas e certos padres devem seguir esse exemplo, não ensinando uma vida fácil e sem santidade, dizendo para as ovelhas que: “Dá para ser jovem, sem se afastar da igreja e sem perder os valores. Eu também gosto de frequentar um barzinho com música ao vivo e chega um determinado momento que eu pergunto para alguns se eles não acham que já beberam demais, mas eu falo para eles que não precisam ir embora. Dá para cantar, se divertir, sem beber.” (Padre A. de uma paróquia do Estado de Santa Catarina)

Por isso queridos irmãos que devemos rezar mais pelos nossos sacerdotes, pois eles são alvos principais de satanás. Não devemos julgá-los mais amar a alma deles e consagrá-los a Deus. Peçamos a Deus que esses que estão nesse caminho longe da verdadeira vida em Jesus, possam escutar a voz de Jesus dizendo: “O machado já está posto à raiz das árvores: toda árvore que não produzir bons frutos será cortada e lançada ao fogo.” (Mt 3,10) e assim se arrependam e se voltem verdadeiramente pra Deus, cumprindo fielmente o chamado que Ele os fez.

Segue abaixo uma entrevista de um Padre A. de uma paróquia do Estado de Santa Catarina, que expôs sua vida mundana e distante de Deus, o tema da reportagem do jornal diz assim:

Padre A. abre o jogo e fala das polêmicas da religião

Quem vê fulano de tal, vestindo calças jeans, camiseta pólo com listras coloridas e ao lado de um computador, não imagina qual sua real profissão. A Bíblia e o crucifixo sobre a mesa podem ser apenas indícios de uma pessoa que gosta de religião.

Mas quem vive em Santa Catarina e freqüenta a Igreja Matriz sabe que apesar de jogar futebol, frequentar barzinhos e não recusar um convite para uma tarde na praia, o padre A. é responsável pela paróquia, celebra missas, batizados, casamentos e é um sacerdote atuante na comunidade, principalmente entre os jovens.

Em entrevista ao O Correio do Povo, ele conta como entrou para a vida religiosa, fala de temas polêmicos e garante que dá para aproveitar a juventude sem precisar se afastar da religião.

O Correio do Povo: Como o senhor entrou para a vida religiosa?

Padre A.: Entrei para o seminário com 18 anos, em Rio Negrinho, movido pela vontade que todo jovem tem de fazer algo mais. Como eu gostava desta questão de trabalho de igreja, resolvi entrar para o seminário. Mas já fui de outra religião. Minha família é católica, mas por influência do meu padastro eu acabei entrando para a Assembleia de Deus. Tanto é que para eu entrar para o seminário tive que fazer crisma, que eu ainda não tinha. Na época, estudava em colégio marista e por influência dos irmãos maristas comecei a gostar da parte religiosa e entender que é possível unir religião e a vida de jovem. Eu imaginava que ser religioso e jovem ao mesmo tempo não dava certo. Mas para você ser católico praticante, não precisa ser esquisito ou estranho.

OCP: Como era o padre A. na juventude?

Padre A.: Eu era um jovem normal. Trabalhava de dia, estudava à noite. Sempre gostei de cinema, gostava de bailes, mas não gostava de dançar. Tinha uma namorada e a gente ia nas atividades sociais. Gostava muito de acampar também. Tinha uma vida muito tranquila.

OCP: E hoje, qual sua rotina?

Padre A.: Atendo as pessoas de manhã e à tarde, visito hospitais, dou palestras, cursos bíblicos e aula de teologia. Jogo futebol, bocha e boliche. Rezo missas, casamentos, batizados, cuido da parte administrativa da igreja, mas também não recuso um convite para passar uma tarde na praia. Gosto de filmes e de livros. Leio bastante e leio de tudo.

OCP: Como está hoje a procura de jovens pelo sacerdócio? E que conselho você daria para quem deseja seguir essa vocação?

Padre A.: Hoje o jovem demora mais para tomar suas decisões. Mas temos ainda um bom número de jovens que querem ser padres. Mas, como em todas as profissões, existe a indecisão e o medo. Eu digo para eles que vale a pena e quem já teve no coração o desejo de ser padre deveria ir a um seminário para conhecer. Porque a nossa vida é muito diferente para quem vê de fora e para quem vê lá dentro. Nós fazemos amizades e também temos nossos tipos de diversão. Então meu conselho é: vai lá e conhece primeiro, se não é o que você quer, cai fora.

OCP: Como está a participação dos jovens?

Padre A.: Temos com a juventude frequência, atuação e participação. Mas em atividades concretas, muitos não participam porque nosso jovem hoje tem trabalho, estudo, é sempre muito atarefado. Mas somente no Emaús (retiro), por exemplo, semana passada se formaram 48 moças e neste fim de semana se formam outros 66 rapazes. Em outubro, tem o encontro EPC (Encontro de Pais em Cristo) com 102 jovens. Não dá para dizer que o jovem está afastado, mas se a gente olhar o número de jovens e o número que frequenta, a gente vê que poderia ser maior. Mas a gente não pode desanimar porque esses que vem, eles multiplicam.

OCP: Como falar de religião para os jovens?

Padre A: Eu procuro falar para o jovem e estar com os jovens, mas sempre na minha posição. Eu não quero ser mais um jovem no meio deles, sou o pradre. Eu respeito as ideias deles, e apresento as da gente. Aceito eles como eles são, mas propondo e não impondo mudanças. É na conversa. Tentamos resgatar neles os valores da família, da fraternidade, da vida, da partilha. Eu não trabalho muito a ideia de pecado, eu trabalho a ideia de amor. Porque hoje nós ficamos muito presos ao pecado e, às vezes, aquilo que a gente pensa que é pecado, nem é tão pecado assim. Os pecados maiores são a falta de amor, de compreensão e de respeito. Dá para ser jovem, sem se afastar da igreja e sem perder os valores. Eu também gosto de frequentar um barzinho com música ao vivo e chega um determinado momento que eu pergunto para alguns se eles não acham que já beberam demais, mas eu falo para eles que não precisam ir embora. Dá para cantar, se divertir, sem beber.

Acredito que até aqui vocês puderam observar como está a vida de santidade desse padre e dos membros dessa paróquia, que Deus possa intervir imediatamente; cabe a nós rezarmos e expulsarmos a ação do demônio em nossa igreja que é santa e inerrante. Cabe a mim e cabe a você!

Que Deus nos proteja e nos guarde em Suas mãos nesse combate!

  • PARA MEDITAR:

Será que esses sacerdotes abaixo tiveram esse mesmo tipo de evangelização do Padre A.?



 

 

 

 

 

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1 Comentário

  1. Sillas Silva Andrade disse:

    Que Deus tenha misericórdia destes consagrados que não reconhecem a grandeza e importância do sacerdócio católico. Que a Virgem Maria a Rainha dos sacerdotes os amparem em seu manto e os conduza ao caminho da oração, penitência e santidade. Precisamos de padres santos, precisamos rezar mais por eles. A responsabilidade também cabe a nós leigos. Devemos amar nossos padres, cuidar deles, rezar com eles. O pastor só se sente amado quando vê as suas ovelhas ao seu redor. Sejamos zelosos com nossos padres para que eles também sejam dedicados ao serviço que Deus os confiou. Sigamos o exemplo de Cristo sempre e nunca esqueçamos a sua morte de Cruz.

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