Até onde pode ir o desrespeito pela missa e o sacerdócio? O caso de Votuporanga


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O sacerdote na missa renova o sacrifício incruento da Cruz, oferecendo a Deus o próprio Jesus Cristo, o Cordeiro imaculado, como vítima propiciatória. É o ato mais augusto da religião católica.

O que achar então do fato veiculado pela Folha de S.Paulo em 6-7-2008? A brutalidade do fato obriga-nos à extrema concisão.

O jornal afirma que o pároco da igreja de Santa Luzia, Votuporanga, Pe Sílvio Roberto dos Santos durante a missa fica à procura moças que sirvam para “modelo”.

O religioso é bem conhecido pelos seus cursos nessa atividade. Da paróquia de Votuporanga, saíram vencedoras de vários concursos.

O padre reconhece que “esse meio é sujo, há muita prostituição por trás disso”. E fornece “traquejo”, ensina requebros e jeitos sensuais para suas “alunas” conquistarem os votos do jurado.

Em vez de dizerem “xis” nas fotos, elas dizem (órgão sexual masculino), e os homens vice-versa. “Fica uma coisa alegre”, justifica o sacerdote.

Ele reúne o “sindicato de homossexuais” “para reflexões bíblicas”. Visita também as zonas de prostituição da cidade.

Segundo ele não há problema com a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

O seu bispo, Dom Paulo Mendes Peixoto, que preside a diocese de São José do Rio Preto, evitou responder à “Folha” “por estar há pouco tempo na região e não conhecer a fundo o trabalho com as modelos”, e, por meio de seu porta-voz, disse que esse trabalho “é uma forma de evangelização”.

A se confirmar a informação, por ninguém desmentida até agora, podemos perguntar se era possível que a dignidade do sacerdócio e o caráter supremamente augusto da missa pudessem ser jogados mais baixo. Ate há pouco parecia impossível. Entretanto chegou-se a isto.

Chegará até mais baixo?

Rezemos para que Nossa Senhora impeça piores quedas.

Fonte: http://lumenrationis.blogspot.com/

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