“Os assessores matrimoniais deparam-se com freqüência com casais que acham que as relações sexuais devem ser sempre perfeitas e que não sentem a necessidade de se comunicar com a outra pessoa para expressar seus desejos”, diz o psicólogo Bjarne Holmes, que dirigiu o estudo. “Embora a maioria saiba que é pouco realista esperar que um relacionamento seja perfeito, alguns continuam sendo muito mais influenciáveis do que achamos pela forma como o cinema ou a TV apresentam essas relações”, acrescenta o especialista.
A idéia de que é necessário investir tempo e energia em uma relação não é precisamente popular entre os cineastas, critica.
Segundo Kimberley Johnson, outra psicóloga que participou do estudo, “os filmes refletem a emoção que acompanha uma nova relação, mas dão a entender equivocadamente que a entrega amorosa e a confiança acontecem desde o momento em que duas pessoas se conhecem, quando são qualidades que normalmente levam anos a se desenvolver”.
Os pesquisadores se propõem a realizar agora um estudo internacional mais amplo sobre o mesmo tema, e colocaram um questionário a respeito no site
Colaboração: Francis Giovanella Valle
Nota: Infelizmente, há muitas pessoas que preferem “viver” a vida dos outros a investir em sua própria vida e relacionamentos. Os filmes, novelas e Big Brothers contribuem, assim, para manter os espectadores num mundo de faz de conta que acelera a deterioração das relações reais, na medida em que se dedica mais tempo à ilusão do que à realidade.[MB]
Fonte: http://www.criacionista.blogspot.com/
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