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É seguro ir ao carnaval?

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Olhe esses vídeos e veja se você deve ir, motivar e indicar ou levar seus filhos ao carnaval.

Pelas imagens que você vai ver, você verá apenas um pouco da violência a que pode se sujeitar e traumatizar seus familiares. Nestes vídeos você terá uma fraca idéia da violência e outros absurdos no carnaval do Brasil, terá apenas 20% de 100 que não foi filmado. As imagens falam por si mesmas.

Briga de mulher

Violência no Carnaval 2010

Não se esqueça de divulgar esse artigo aos seus familiares e as pessoas a quem você considera importante.

O CARNAVAL DE TODOS OS ANOS REGISTRA UM ASSUSTADOR E CRESCENTE ÍNDICE DE:

1 -  Jovens que começam a se drogar e passam a ser clientes dos traficantes.

Os traficantes consideram o período do carnaval o período mais fácil para se fazer “clientes” das drogas. Para os chefões do crime organizado, no carnaval todos são alvos fáceis, mas os mais fáceis de serem enganados são os jovens.

2 – Dividas.

É no carnaval que muitas pessoas gastam o que não tem para gastar. Ficam endividados, colocando a si mesmos ou a família em serias dividas com agiotas.

3 – Doenças venéreas.

Em nenhum outro período do ano as doenças sexualmente transmissíveis aumentam tanto quanto no carnaval. Entre as doenças venéreas, é muito comum durante o período de carnaval é a Herpes labial.

{ATENÇÃO!!! Após esse artigo, leia um texto sobre doenças venérias sexualmente transmissiveis}

4 – Gravidez indesejada.

Muitas mulheres, desde menores de idade, até idades avançadas ficam grávidas, algumas sem saber quem é o pai. Muitas mulheres levam consigo a pílula do dia seguinte e a usam sob qualquer suspeita de gravidez sem consultar um médico antes mesmo de terminar a sua “folia carnavalesca”.

5 – Aborto.

As clinicas de aborto, legais e ilegais, funcionam mais depois do carnaval do que em qualquer outro período do ano.


6 – Violência.

A violência social física, moral e psicológica, se transfere quase toda para o ambiente da folia carnavalesca. Marginais, assassinos, traficantes com todo tipo de droga, prostituição, pornografia, destruição da inocência das crianças, destruição das mentes dos jovens, assaltantes, agressões físicas e morais, maus policiais que sujam a imagem da policia, pedofilia, divórcios por ciúmes, brigas familiares ou de vizinhos por bobagem, etc, etc, etc…

7 – Libertinagem geral.

Somente no carnaval as pessoas ficam quatro dias completamente fora de si seguindo tudo o que o instinto pede, tudo fica normal nestes dias de euforia física e psicológica impulsionada pelas bebidas, musicas, clubes e pessoas que faturam com o carnaval a custa da destruição mental do povo do nosso país, a outra grande culpada é a mídia que para ter audiência mostra o que não se deve mostrar.

8 – Idolatria.

Deus é completamente esquecido e trocado pela alegria sem sentido do carnaval. O povo brasileiro teve a mente lavada, foi dopado e induzido para o período carnavalesco e não percebe. Por isso o povo brasileiro adora o ídolo carnaval. Presta culto ao carnaval que não é Deus. O amor ao carnaval é excessivo e o amor a Deus é esquecido.

9- Perca da fé.

No carnaval muitos cristãos se esquecem dos seus compromissos religiosos e do que é e não é agradável a Deus. Perdem o senso do certo e do errado. Depois do carnaval voltam a igreja como se não tivessem ofendido a Deus, com ansiedade pelo carnaval do próximo ano.

10 – Imprudência contra si mesmo e contra a família.

VÊ-SE NO CARNAVAL:

  • Baixarias,
  • Crendices de religiões satânicas,
  • Degradação humana,
  • Inimizades,
  • Adultérios,
  • Brigas,
  • Ciúmes,
  • Aborrecimentos e ódio,
  • Ambição e discrepâncias,
  • Perda da razão e insensatez,
  • Cobiças,
  • Orgias, bebedeiras e embriagues,
  • Devassidões e loucuras.

NÃO SE VÊ NO CARNAVAL:

  • Amor fraterno, puro e inocente,
  • Bondade e caridade,
  • Alegria que venha da sensatez e bom juízo,
  • Paz que venha do uso da razão e amor a Deus,
  • Paciência e bondade com os pobres,
  • Afeição sem interesse carnal,
  • Fidelidade conjugal,
  • Comoção pelo tempo litúrgico da Igreja,
  • Moderação no beber e comer.

– Processar o governo.

Já tem pessoas querendo processar o governo por ele fazer defesa e incentivar a “camisinha” como um método de “sexo seguro”. O governo garante que o uso do preservativo previne o HIV e gravidez indesejada, quando na pratica não é isso que se vê. As pessoas querem indenização por se sentirem enganada pela maquina da propaganda do governo. Outras pessoas já falam em processar também os meios de comunicação por estarem enganando o povo com propaganda mentirosa sobre os preservativos. Famílias pensam em processar TVs, rádios, revistas, o governo por ele está incentivando através da mídia, filmes, novelas, programas humorísticos, programas de auditório, as crianças a fazerem sexo antes da idade da razão chegar.

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Camisinha protege de doenças venérias mesmo?

O MITO DAS RELAÇÕES SEXUAIS SEM RISCO

Uma vez apenas é suficiente para engravidar contrair uma doença venéria contrair

AIDS OS PRESERVATIVOS NÃO ELIMINAM OS RISCOS

Utilizar preservativos para impedir o contágio da AIDS é como jogar um roleta russa, é colocar a vida em jogo. Em 1987, 20% dos preservativos submetidos a testes pela FDA (Administração de Drogas e Alimentos dos EUA) apresentaram defeitos, um número bem maior que o permitido. Segundo o Centro para o Controle de Doenças, de 3 a 36% dos preservativos falham e; não impedem a gravidez. O vírus da AIDS é 3 vezes menor que o vírus causador da herpes, 6 vezes menor que a treponema pallidum que causa a sífilis e 450 vezes menor que o espermatozóide. Se o preservativo permite tantas gravidezes indesejadas, imagine quantas vezes mais não deixará passar o vírus da AIDS? No que se refere à AIDS, os preservativos são eficazes apenas em 70%1. Os preservativos apresentam, ainda, outros riscos. Há informações de graves reações alérgicas como inflamação, coceira e transtornos respiratórios2. Inclusive, segundo a FDA, em 1990, uma pessoa morreu como consequência de uma dessas reações3. Os preservativos, os diafragmas e outros contraceptivos de barreira podem predispor a mulher à pré-eclampsia, uma complicação da gravidez que, às vezes, pode resultar em morte4. A herpes simplex II é extremamente contagiosa e não tem cura. 50% dos bebês cuja mãe contrai herpes morrem e os outros 50% podem nascer com lesões no cérebro, nas vistas ou na pele. A sífilis pode causar cegueira, paralisia, demência, infecções cardíacas e, às vezes, a morte. Quantas pessoas que contraíram estas doenças sexualmente transmissíveis pensavam que não corriam risco nenhum? Lembre-se, algumas destas doenças são incuráveis, podem deixar você estéril, predispor ao câncer do útero e inclusive levá-lo à morte. Outras podem ser muito dolorosas ou irritantes. Todo ano, nos EUA, um de cada seis adolescentes contrai uma doença sexualmente transmissível. Mais de 100.000 bebês sofrem as consequências destas enfermidades, entre as quais se encontram a cegueira, infecções do cérebro, defeitos congênitos e até a morte5.

A PÍLULA É PERIGOSA A pílula é particularmente perigosa para os adolescentes menores de 17 anos. Ela contém um poderoso hormônio que afeta a principal glândula encarregada de coordenar o processo de crescimento. A pílula pode impedir que seus ossos se endureçam como deveriam, pode deixá-lo estéril, pode impossibilitar você de engravidar futuramente quando desejar ter um filho, e pode causar flebites (inflamação nas veias) ou trombose (formação de coágulos nos vasos sanguíneos). Inclusive, de acordo com as investigações, a pílula reduz a acidez da vagina (que ajuda a combater os vírus) e debilita o sistema imunológico. Muitas infecções da bexiga e as herpes infecciosas não parecem ceder, a menos que a mulher infectada deixe de tomar a pílula6. Tudo isso predispõe à mulher não só às infecções vaginais mas também às doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a AIDS7. Por último, a pílula às vezes não impede a ovulação e causa abortos nas primeiras etapas da gravidez.

PARA QUÊ CORRER RISCOS? Nos EUA há mais de 40 milhões de pessoas (na maioria mulheres e bebês) que contraíram doenças sexualmente transmissíveis5. 75% das mulheres e 15% dos homens que contraíram clamídia não apresentam sintomas. Esta doença pode causar danos a vista ou produzir pneumonia em um bebê recém nascido. Uma pessoa pode estar infectada por 2 a 6 meses, sem que apareçam os sintomas do vírus papiloma humano (HPV), que se acredita ser o causador do câncer de útero. A maioria das mulheres que contraem gonorréia (80%) não manifestam sintomas, e inclusive existe um novo tipo de gonorréia que a penicilina não pode curar. A mãe pode transmitir a doença ao bebê durante o parto e causar cegueira. Esta doença é a mais comum entre os jovens estudantes.

BIBLIOGRAFIA 1. Margaret Fischi, et al, “Evaluation…), Journal of the AMA e Washington Post, 6 de fevereiro de 1987. 2. Washington Times, 1 de novembro de 1990. 3. Los Angeles Times, 28 de maio de 1990. 4. Journal of the AMA, 8 de dezembro de 1989 e HLI Reports, fevereiro de 1990. 5. Carta da American Social Health Association, assinada por sua diretora executiva, Peggy Clarke. 6. The Doctor’s Case Against the Pill, Barbara Seaman, 1980. 7. Frances French. Living World, 1988, e Escoge la Vida, nov.-dic. De 1991. RAZÕES PARA VIVER A CASTIDADE

1. Você nunca terá que se preocupar com uma gravidez nem com a vergonha de ter que dizer aos seus pais. Comunicar uma gravidez é uma alegria, mas quando se está casado.

2. Você nunca terá que se preocupar em contrair, por via sexual, a AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, algumas incuráveis.

3. Você aprenderá a exercer o autocontrole que aumentará a sua força de vontade, e você se sentirá bem consigo mesmo quando você não cede às pressões que lhe cercam.

4. Você dará bom exemplo. Assim você estará contribuindo para construir um mundo melhor.

5. Você estará protegendo sua própria reputação. Para conquistar um bom esposo ou esposa você necessita ter uma boa fama.

6. Você saberá com segurança se é um amor verdadeiro ou se só querem o prazer que seu corpo pode proporcionar.

7. Você poderá canalizar suas energias juvenis para atividades que contribuam para o seu desenvolvimento e amadurecimento, tais como: os estudos, o esporte, a música, a leitura, a pintura, o serviço aos necessitados, os grupos jovens, as gincanas, o grêmio de sua escola, associação em clubes comunitários, etc.

8. Você aprenderá a conhecer o verdadeiro amor. Saberá distinguir entre o amor verdadeiro e o impulso ou atração sexual. O ato sexual é algo espontâneo e breve (um encontro de uma noite). O amor necessita tempo para crescer e durar para sempre, que é o que todos queremos. O verdadeiro amor nunca é desesperado, é sim aquele que sabe esperar.

COMO DIZER NÃO?

A pesar de alguns quererem nos fazer crer o contrário, muitos adolescentes inteligentes têm decidido não ter relações sexuais antes do casamento (pré-matrimoniais). Não é fácil, mas é assim que acontece com as coisas que valem a pena na vida. Se você quer triunfar na vida, nos seus estudos, no trabalho, no esporte, no domínio de um instrumento musical, deve esforçar-se.

DIZER NÃO ÀS RELAÇÕES SEXUAIS PRÉ-MATRIMONIAIS VALE A PENA.

Você poderia dizer: – “Eu gostaria muito, mas realmente não estou preparado para ter relações sexuais”. – “Não quero ter relações sexuais até que me case. Prefiro esperar”. – “Desfruto de sua companhia mas não creio que tenho idade suficiente para ter relações sexuais”. – “Não tenho porque dar-lhe explicações de não querer ter relações sexuais. Simplesmente é esta a minha decisão, nada mais” – “Decidi não ter relações sexuais, sendo assim, por favor não me pressione”. – “Se você realmente me quer, respeite minha decisão de esperar”.

Qual seria sua resposta?

Pense bem e tenha personalidade. Preserve sua dignidade de pessoa… assim você poderá respeitar a dignidade dos outros.

SOU UMA JOVEM RESPONSÁVEL

Meus beijos valem mais que uma festa ou um cinema. Meu corpo é templo de Deus, não um brinquedo. O primeiro “Não” poderá ser difícil, depois será mais fácil. A virgindade continua sendo uma virtude, a luxúria continua sendo um pecado capital. Minha maneira de vestir, agir e falar podem ser uma tentação para meu namorado. Observarei a modéstia pelo bem de nós dois. Meus pais têm feito muito por mim, comportar-me-ei de modo que sempre eles se sintam orgulhosos de mim. Meu namorado será, também, algum dia um esposo e pai de família; deverá ser um herói aos olhos de sua esposa e filhos. Não farei nada que possa impedi-lo disso quando sairmos juntos.

Quero ser esposa e mãe algum dia, conservarei minha pureza e meu carinho para meu esposo e filhos. Se algum dia eu falhar e vier a engravidar, não tomarei o caminho fácil, não abortarei o meu filho.

SOU UM JOVEM RESPONSÁVEL

Os pais de minha namorada confiam em mim, não quero decepcioná-los. Respeitarei minha namorada como espero que outros homens respeitem minha irmã. Respeitarei sua feminilidade porque minha mãe é mulher. Não pedirei a minha namorada que faça algo de que possa me envergonhar se minha mãe vier a saber. Minha namorada tem me dado a honra e o prazer de sua companhia; não é correto que eu espere mais que isso. Minha namorada será esposa e mãe algum dia. Ela deverá ser um exemplo para seus filhos e o orgulho de seu esposo. Eu a ajudarei ser tão pura e decente como eu quero que minha esposa seja. A ombridade é constituída tanto pelo caráter como pelo físico. Perder o controle de si mesmo é sinal de fraqueza, quero que ela saiba que sou um homem. Deus está em todas as partes, Ele tudo sabe, tudo vê. As coisas que faço escondido, poderão ser escondidas das pessoas, mas nunca aos olhos de Deus. Se por minha fraqueza eu engravidar alguma jovem, não vou pressioná-la a fazer um aborto.

LEMBRE-SE

Não dê bolas às pressões dos filmes, novelas, música, amigos e amigas que lhe induzem a relações sexuais antes do casamento. Não se engane. Sua vida é muito preciosa para você, para os que lhe querem bem e para seu país. Não deixe ninguém lhe enganar para que você não engravide sem estar casada, e nem aborte, e não contraia doenças sexualmente transmissíveis e AIDS. Em toda relação sexual existe a possibilidade de uma gravidez. Esta responsabilidade não é para você agora. Este tempo é para seu amadurecimento, para você terminar seus estudos.

Não caia em armadilhas que comprometam seu futuro. Para que você escolha o que quer da vida, você necessita ser LIVRE.

Para obter cópias deste folheto, entre em contato com a:

ASSOCIAÇÃO NACIONAL PRÓ-VIDA E PRÓ-FAMÍLIA SQS 203 Bl. C Apto. 204 Brasília – DF 70.233-030 Tel (61) 224-9692 – Fax: (61) 223-8497 – http://providafamilia.org

(Traduzido do Espanhol com autorização de Vida Humana Internacional, 4 Family Life – Front Royal, Virginia 22630 U.S.A – http://hli.org – http://vidahumana.org)


Quaresma.jpg, 6 kB· SE VOCÊ É SOLTEIRO E VIVER EM CASTIDADE…

batismo_2.jpg, 17kB

· SE VOCÊ É CASADO E VIVE SEXUALMENTE SOMENTE COM SEU CÔNJUGE…

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· VOCÊ NUNCA TERÁ UMA DOENÇA VENÉREA COMO AS FOTOS HORRÍVEIS QUE VOCÊ VAI VER ABAIXO.

visao-do-inferno.jpg, 35kB

SE NÃO TIVER ESTOMAGO PARA VER…    NÃO VEJA, MAS TALVEZ SEJA BOM VER,..    PARA VER COMO A CASTIDADE PODE LHE PROTEGER DA DEFORMAÇÃO DE SEU SEXO.

Doença sexualmente transmissível

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Doença venérea)

Doença sexualmente transmissível (ou DST) ou Infecção sexualmente transmissível (ou IST) é a designação pela qual é conhecida uma categoria de patologias antigamente conhecidas como doenças venéreas. São doenças infecciosas que se transmitem essencialmente (porém não de forma exclusiva) pelo contato sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação. Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos, bactérias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes manifestações, como feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. Algumas DST são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente.

Outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde.

Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves como infertilidade, infecções neonatais, malformações congênitas, e aborto (no caso de gestantes), câncer e até a morte. Alguns grupos, especialmente religiosos, afirmam que a castidade, a abstinência sexual e a fidelidade poderiam bastar para evitar a disseminação de tais doenças. Existem pesquisas  afirmam que a contaminação de pessoas monogâmicas e não-fiéis portadoras de DST tem aumentado, em resultado da contaminação ocasional do companheiro (a), que pode contrair a doença em relações extra-conjugais. Todavia, as campanhas pelo uso do preservativo nem sempre conseguem reduzir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis. O ramo da medicina que estuda as DST é denominado no Brasil “Deessetologia“.

No passado, essa especialidade era conhecida como venereologia, termo em desuso pois carrega em si muito preconceito, uma vez que no passado era sinônimo de atividade sexual com prostitutas.

Relação de doenças sexualmente transmissível

Algumas das DSTs mais conhecidas:

  • Sífilis
  • Cancro mole
  • Clamídia
  • Gonorréia
  • SIDA ou AIDS
  • Tricomoníase
  • Linfogranuloma venéreo
  • Herpes
  • Condiloma acuminado ou HPV ou verruga Genital

Referências

  1. ↑ aids.gov.br
  • Biblioteca Virtual de Saúde (em português)
  • Portal da Saúde – Ministério da Saúde (em português)

Nice e uma égua que contraiu doença venérea por ter sido abusada pelo ser humano. Está sendo medicada e cuidada, porém, como a Ama ainda não possui sede que comporte animais de grande porte, esse cuidado esta sendo feito nas ruas.
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Doença Venéria no orgão masculino e no feminino

Lesão localizada no pênis (glande)
Lesão localizada na vulva (grandes lábios)
Cancro Mole Úlcera em vulva: admite-se que ocorra um caso de Cancro Mole em mulher para vinte casos em homens.


Em mulheres as úlceras ocorrem na região vulvar; o estado de portador de H. ducreyi sem sinais de infecção parece ser incomun. Há várias diferenças na expressão da doença entre homens e mulheres Em cerca de metade dos indivíduos não há mais que uma úlcera.
Os homens invariavelmente são sintomáticos, mas ocasionalmente as mulheres podem ser assintomáticas quando as úlceras ocorrem no colo do útero ou na vagina. Supõe-se que as úlceras anais em mulheres resultem de drenagem ou auto-inoculação e não necessariamente de coito anal. Úlceras transitórias podem ser encontradas frequentemente na face interna das coxas de mulheres de mulheres não-infectadas.
A relativa infrequencia de adenopatia em mulheres presumivelmente se deve a diferenças na drenagem linfática entre o sexo masculino e feminino. Podem ocorrer úlceras na boca como resultado de sexo oral, e, raramente, em outros locais do corpo por cauxa de auto-inoculação. Tem sido descrita a colonização da boca, do colo do útero e do pênis na ausência de sinais e sintomas.
Cancro mole
Em homens as úlceras frequentemente ocorrem no prepúcio, resultando em fimose, uma dolorosa incapacidade de retração do prepúcio.
À medida que a doença progride, em até 50% dos casos aparece linfadenopatia inguinal unilateral ou bilateral, caracteristicamente dolorosa, mesmo que os gânglios sejam pequenos.
A adenopatia varia de apenas palpável – ainda que bem dolorosa – até intensa. Podem ocorrer bubões (linfodonos grandes e flutuantes), um achado que não é visto na sífilis e no herpes genital. Na ausência de tratamento eficaz a punção profilática com agulha os bubões frequentemente supuram, deixando fístulas ou úlceras secundárias no local da drenagem. Foi descrita uma forma variante de úlcera conhecida como mou volant (cancro transitório), que evolui espontaneamente após 4-6 dias mas pode ser seguida por adenopatia inguinal que se torna um enigma diagnóstico.
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Gonorréia ou Clamídia

No homem, manifesta-se com corrimento amarelado (gonorréia) ou esbranquiçado (clamídia) no canal da urina e ardência ao urinar. Se não forem tratadas, podem causar esterilidade. Na maioria das mulheres infectadas não apresenta sintomas, podendo ter corrimento vaginal sem cheiro e sem coceira.

Sorrateira e persistente, ela é uma das mais agressivas doenças sexualmente transmissíveis. Principal causa evitável de cegueira, também está associada a doenças do coração. Para desenvolver vacinas e tratamentos contra a bactéria, os pesquisadores tentam decifrar suas estratégias de sobrevivência e disseminação no organismo.

Fonte dessa foto: www.eyeatlas.com/box/151.htm

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HPV – PERGUNTAS E RESPOSTAS MAIS FREQUENTES O que é HPV?
Os papilomavírus humanos (HPV) são vírus da família Papovaviridae capazes de induzir lesões de pele ou mucosa, as quais mostram um crescimento limitado e habitualmente regridem espontaneamente. Existem mais de 200 subtipos diferentes de HPV, entretanto, somente os subtipos de alto risco estão relacionados a tumores malignos. Quais os tipos de HPV com risco de câncer? Os HPV são classificados em tipos de baixo e de alto risco de câncer. Assim, os HPV de tipo 6 e 11, encontrados na maioria das verrugas genitais (ou condilomas genitais) e papilomas laríngeos, parecem não oferecer nenhum risco de progressão para malignidade, apesar de serem encontrados em pequena proporção de tumores malignos. Os vírus de alto risco (HPV tipos 16, 18, 31, 33, 45, 58 e outros) têm probabilidade maior de persistir e estar associados a lesões pré-cancerígenas.
Todos os tipos de papilomavírus podem se transformar em um tumor maligno? Não. Os tipos mais comumente associados às verrugas (6 e 11), na sua grande maioria, não são os mesmos encontrados nos tumores malignos. O que é a vacina contra o HPV? Dentre as vacinas em desenvolvimento para prevenir a infecção por HPV, a única liberada para comercialização nos Estados Unidos é quadrivalente, ou seja, previne contra os tipos 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais, e contra os tipos 16 e 18, de alto risco de câncer do colo do útero e presentes em 70% dos casos. Como ela funciona?
Estimulando a produção de anticorpos específicos para cada subtipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a sua presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.
Como ela é feita? Existe risco de infecção pela vacina?
Não, não existe. No desenvolvimento da vacina conseguiu-se identificar a parte principal do DNA do HPV que o codifica para a fabricação do capsídeo viral (parte que envolve o genoma do vírus). Depois, usando-se um fungo (Sacaromices cerevisiae), obteve-se apenas a “capa” do vírus, que em testes preliminares mostrou induzir fortemente a produção de anticorpos quando administrada em humanos.

Essa “capa” viral, sem qualquer genoma em seu interior, é chamada de partícula semelhante a vírus ( em inglês, vírus like particle – VLP). O passo seguinte foi estabelecer a melhor quantidade de VLP e testá-la em humanos, na prevenção de lesões induzidas por HPV.

Qual o impacto desta nova tecnologia para a política de atenção oncológica e para o SUS?
O Brasil poderá incorporar a nova vacina ao calendário anual de imunização, mas o tratamento completo custa cerca de R$ 820,00 e dura 6 meses. Isso implicará em um processo de negociação com os laboratórios, no sentido de que a sua incorporação ao SUS possa se dar na melhor relação custo-benefício.
É fundamental estudar a possibilidade de desenvolvimento de métodos de produção e distribuição da vacina e ter claro que a adoção da vacina não substituirá a realização rotineira do exame Papanicolaou.
Trata-se de mais uma estratégia possível para o enfrentamento do problema.
Pela diversidade de aspectos e conseqüências envolvidos, é indispensável que se realizem estudos multidisciplinares para avaliação dos impactos técnicos, financeiros e comportamentais.

Qual a garantia de proteção após a vacinação?
A duração da imunidade conferida pela vacina continua indeterminada. Para ser de fato eficaz, em termos de Saúde Pública, ela deveria conferir proteção às meninas e adolescentes por várias décadas mas, até o momento, só se tem alguma convicção de uma proteção de 5 anos. Na verdade, embora se trate da mais importante novidade surgida no combate ao câncer do colo do útero, ainda é preciso delimitar qual seu alcance sobre a incidência e a mortalidade da doença.
Como os papilomavírus são transmitidos?
A transmissão do Papiloma Vírus Humano (HPV) é por contato direto com a pele infectada. Os HPV genitais são transmitidos por meio das relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, colo do útero, pênis e ânus.
Os HPV são facilmente contraídos?
Estudos no mundo comprovam que 50 a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectados por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas. Porém, a maioria das infecções são transitórias. Na maioria das vezes, o sistema imune consegue combater de maneira eficiente esta infecção, alcançando a cura, com eliminação completa do vírus, principalmente entre as pessoas mais jovens. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos que poderão ser detectados no organismo, mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminarem os vírus.
Qual a garantia de proteção após a vacinação?
A duração da imunidade conferida pela vacina continua indeterminada. Para ser de fato eficaz, em termos de Saúde Pública, ela deveria conferir proteção às meninas e adolescentes por várias décadas mas, até o momento, só se tem alguma convicção de uma proteção de 5 anos. Na verdade, embora se trate da mais importante novidade surgida no combate ao câncer do colo do útero, ainda é preciso delimitar qual seu alcance sobre a incidência e a mortalidade da doença.

A forma como as informações sobre o uso e a eficácia da vacina têm chegado à população brasileira é adequada?
Não. É preciso que fabricantes, imprensa, profissionais e autoridades de saúde estejam conscientes de sua responsabilidade. É imprescindível esclarecer sob que condições a vacina pode se tornar um mecanismo eficaz de prevenção para não gerar uma expectativa irreal de solução do problema e desmobilizar a sociedade e seus agentes com relação às políticas de promoção e prevenção que vêm sendo realizadas. Deve-se informar que, segundo as pesquisas, as principais beneficiadas serão as meninas antes da fase sexualmente ativa, que as mulheres deverão manter a rotina de realização do exame Papanicolaou e que, mesmo comprovada a eficácia da vacina e sua aplicação ocorra em larga escala, uma redução significativa dos indicadores da doença pode demorar algumas décadas.

Em que locais do corpo são encontrados os HPV?
As infecções clínicas mais comuns ocorrem nas regiões genitais como vulva, ânus e pênis. Também existem estudos que demonstram a presença rara dos vírus na pele, na laringe (cordas vocais) e no esôfago. Já as infecções sub-clínicas são encontradas no colo do útero. De fundamental importância é a constatação de que o desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica ou subclínica em outras regiões do corpo, que não genital, é bastante raro.
Como são essas infecções? As infecções clínicas mais comuns na região genital são as verrugas genitais ou condilomas acuminados, popularmente conhecidas como “crista de galo” (Fig. 2). Já as lesões sub-clínicas não apresentam qualquer sintomatologia, podendo progredir para o câncer do colo do útero caso não sejam tratadas precocemente.
Qual é o risco de desenvolver câncer do colo do útero?
Estudos epidemiológicos têm mostrado que, apesar da infecção pelo papilomavírus ser muito comum (de acordo com os últimos inquéritos de prevalência realizados em alguns grupos da população brasileira, estima-se que cerca de 25% das mulheres estejam infectadas pelo vírus), somente uma pequena fração das mulheres infectadas com um tipo de papilomavírus oncogênico eventualmente desenvolverá câncer do colo do útero (estima-se que esse número seja menor que 10% e em alguns casos inferior até a 3%).
Há algum fator que aumenta o risco de desenvolver câncer do colo do útero?
Há co-fatores que aumentam o potencial de desenvolvimento do câncer genital em mulheres infectadas pelo papilomavírus: número elevado de gestações, uso de contraceptivos orais, tabagismo, infecção pelo HIV e outras doenças sexualmente transmitidas (como herpes e clamídia).

Como os papilomavírus podem ser diagnosticados?
As verrugas genitais encontradas no ânus, no pênis, na vulva, ou em qualquer área de pele podem ser diagnosticadas pelos exames urológico (pênis), ginecológico (vulva) e dermatológico (pele), enquanto o diagnóstico subclínico das lesões precursoras do câncer do colo do útero, produzidas pelos papilomavírus, pode ser realizado pelo exame citopatológico (exame preventivo de Papanicolaou). A confirmação do diagnóstico pode ser feita por exames laboratoriais de diagnóstico molecular como o teste de captura híbrida e o PCR.

Onde é possível fazer os exames preventivos do câncer do colo do útero?
Postos de Coleta de exames preventivos ginecológicos do Sistema Único de Saúde (SUS) estão disponíveis em todos os estados da Federação e os exames são gratuitos. Procure a Secretaria de Saúde de seu município para obter informações sobre o Posto de Coleta mais próximo de sua residência. Como as pessoas podem se prevenir dos HPV? O uso da camisinha diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual (apesar de não evitar totalmente) e por isso é recomendado o seu uso em qualquer tipo de relação sexual, mesmo naquela entre casais estáveis.

Todos os tipos de papilomavírus podem se transformar em um tumor maligno?
Não. Os tipos mais comumente associados às verrugas, na sua grande maioria, não são os mesmos encontrados nos tumores malignos. Daí a classificação dos HPV em tipos de baixo e de alto risco oncogênico. Assim, os HPV de tipo 6 e 11, encontrados na maioria dos condilomas genitais e papilomas laríngeos, parecem não oferecer nenhum risco de progressão para malignidade, apesar de serem encontrados em pequena proporção de tumores malignos. Os vírus de alto risco (HPV tipos 16, 18, 31, 33, 45, 58 e outros) têm probabilidade maior de persistir e estar associados a lesões malignas. Quais os riscos da infecção por HPV em mulheres grávidas? A ocorrência de HPV durante a concepção não implica obrigatoriamente numa má formação do feto nem impede o parto vaginal (parto normal). A via de parto (normal ou cesariana) deverá ser determinada pelo médico após a análise individual de cada caso. É necessário que o parceiro sexual também faça os exames preventivos? O fato de ter mantido relação sexual com uma mulher com infecção por papilomavírus não significa que obrigatoriamente ocorrerá transmissão da infecção. De qualquer forma, em caso de dúvida recomenda-se procurar um urologista que será capaz por meio de uma peniscopia (visualização do pênis através de uma lente de aumento) ou do teste de biologia molecular (exame de material colhido do pênis para pesquisar a presença do DNA do HPV), definir a presença ou não de infecção por HPV. Que fatores podem acelerar a progressão tumoral dos papilomavírus? A progressão tumoral a partir da infecção de células normais por HPV (Fig. 3) parece estar condicionada a fatores relacionados ao vírus (subtipo do vírus) e fatores relacionados ao hospedeiro (tabagismo, uso de contraceptivos orais, multiparidade, imunossupressão). Qual o tratamento para erradicar a infecção dos papilomavírus? A maioria das infecções é assintomática ou inaparente e de caráter transitório. As formas de apresentação são clínicas (lesões exofíticas ou verrugas) e subclínicas (sem lesão aparente). Diversas modalidades de tratamento podem ser oferecidas, entretanto, cada caso deve ser avaliado pelo médico responsável que adotará a conduta mais adequada .

Como fica a conscientização da população sobre as doenças sexualmente transmissíveis (DST) em geral?
Quando se fala de DST, fala-se essencialmente de comportamento, de hábitos e fatores culturais. A notícia da vacina pode afetar as estratégias de conscientização quanto aos cuidados necessários para uma vida sexual segura, caso a idéia força seja a de que quem se vacinou está imune a tudo. Cabe perguntar se as mulheres poderão se sentir desobrigadas do cuidado com a sua saúde e com a de seu parceiro. Em caso de dúvida, envie sua pergunta para o contato@inca.gov.br

Vírus

Vírus da SIDA

A síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA, normalmente em Portugal, ou AIDS, mais comum no Brasil) é o conjunto de sintomas e infecções em seres humanos resultantes do dano específico do sistema imunológico ocasionado pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH, ou HIV segundo a terminologia anglo-saxónica). O alvo principal são os linfócitos T CD4+, fundamentais para a coordenação das defesas do organismo. Assim que o número destes linfócitos diminui abaixo de certo nível (o centro de controle de doenças dos Estados Unidos da América define este nível como 200 por ml), o colapso do sistema imune é possível, abrindo caminho a doenças oportunistas e tumores que podem matar o doente. Existem tratamentos para a SIDA/AIDS e o HIV que diminuem a progressão viral, mas não há nenhuma cura conhecida.

HIV

O HIV é um retrovírus, ou seja é um vírus com genoma de RNA, que infecta as células e, através da sua enzima transcriptase reversa, produz uma cópia do seu genoma em DNA e incorpora o seu próprio genoma no genoma humano, localizado no núcleo da célula infectada. O HIV é quase certamente derivado do vírus da imunodeficiência símia. Há dois vírus HIV, o HIV que causa a SIDA/AIDS típica, presente em todo o mundo, e o HIV-2, que causa uma doença em tudo semelhante, mais frequente na África Ocidental, e também existente em Portugal.

O HIV reconhece a proteína de membrana CD4, presente nos linfócitos T4 e macrófagos, e pode ter receptores para outros dois tipos de moléculas presentes na membrana celular de células humanas: o CCR5 e o CXCR4. O CCR5 está presente nos macrófagos e o CXCR4 existe em ambos macrófagos e linfócitos T4, mas em pouca quantidade nos macrófagos. O HIV acopla a essas células por esses receptores (que são usados pelas células para reconhecer algumas citocinas, mais precisamente quimiocinas), e entra nelas fundindo a sua membrana com a da célula. Cada virion de HIV só tem um dos receptores, ou para o CCR5, o virion M-trópico, ou para o CXCR4, o virion T-trópico.

Uma forma pode-se converter na outra através de mutações no DNA do vírus, já que ambos os receptores são similares. A infecção por HIV normalmente é por secreções genitais ou sangue.

Os macrófagos são muito mais frequentes que os linfócitos T4 nesses liquidos, e sobrevivem melhor, logo os virions M-trópicos são normalmente aqueles que transmitem as infecções. No entanto, como os M-trópicos não invadem os linfócitos, eles não causam a diminuição dos seus números, que define a SIDA. No entanto, os M-trópicos multiplicam-se e rapidamente surgem virions mutantes que são T-trópicos. Os virions T-trópicos são pouco infecciosos, mas como são invasores dos linfócitos, são os que ultimamente causam a imunodeficiência. É sabido que os raros indivíduos que não expressam CCR5 por defeito genético não aquirem o vírus da HIV mesmo se repetidamente em risco.

O HIV causa danos nos linfócitos, provocando a sua lise, ou morte celular, devido à enorme quantidade de novos virions produzidos no seu interior, usando a sua maquinaria de síntese de proteínas e de DNA.

Outros linfócitos produzem proteínas do vírus que expressam nas suas membranas e são destruídos pelo próprio sistema imunitário. Nos linfócitos em que o vírus não se replica mas antes se integra no genoma nuclear, a sua função é afectada, enquanto nos macrófagos produz infecção latente na maioria dos casos. Julga-se que os macrófagos sejam um reservatório do vírus nos doentes, sendo outro reservatório os ganglios linfáticos, para os quais os linfócitos infectados migram, e onde disseminam os virions por outros linfócitos aí presentes.

É irónico como a resposta imunitária ao HIV nas primeiras semanas de infecção é eficaz em destruí-lo, mas as concentrações de linfócitos nos gânglios linfáticos devido à resposta vigorosa levam a que os virions sobreviventes infectem gradualmente mais e mais linfócitos, até que a resposta imunitária seja revertida. A reacção eficaz é feita pelos linfócitos T8, que destróem todas as células infectadas. Contudo, os T8, como todo o sistema imunitário, está sob controlo de citocinas (proteínas mediadoras) produzidas, pelos T4, que são infectados. Eles diminuem em número com a progressão da doença, e a resposta inicialmente eficaz dos T8 vai sendo enfraquecida. Além disso as constantes mutações do DNA do HIV mudam a conformação das proteínas de superfície, dificultando continuamente o seu reconhecimento.

Fonte: viverumsonho2.wordpress.com/hivsida/

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Áreas de atuação – DST/HIV/AIDSSÍFILIS Introdução A sífilis é uma doença infecciosa sistêmica crônica, transmitida através de intercurso sexual e outros contatos íntimos; também pode ser transmitida da mulher grávida para o feto in utero ou adquirida pela criança que tenha contato com lesões maternas durante o nascimento. O agente causal da sífilis é o Treponema pallidum, subespécie pallidum, um espiroqueta. Esse agente nunca foi cultivado com sucesso em meios artificiais e não incorpora corante de Gram. Três outros treponemas (subespécies pertenue, subespécie endemicum e T. carateum) também são patogênicos para humanos. A infecção com esses microorganismos tornam positivos os testes sorológicos para sífilis, embora as infecções não sejam sexualmente transmitidas.

Epidemiologia

A sífilis é uma doença de importância mundial. Nos EUA os índices de sífilis primária e secundária (infecciosa) estavam no pico em 1947, diminuiram sensivelmente nos dez anos seguintes e depois aumentaram gradativamente durante as décadas seguintes até atingir o pico após a Segunda Guerra Mundial. Nos anos setenta a sífilis era uma doença predominantemente de homossexuais masculinos, mas o advento da AIDS e a prática subsequente de sexo mais seguro diminuiu a incidência de sífilis para a população heterossexual, fenômeno provavelmente causado pela prática de troca de sexo com múltiplos parceiros por drogas, particularmente crack e cocaína. A disseminação da sífilis adquirida na população heterossexual com menor facilidade de acesso ao tratamento médico tem evoluído paralelamente ao aumento de casos de sífilis congênita. Embora tenha havido um aumento real na incidência de sífilis congênita, um novo sistema de comunicação iniciado em 1989 aumentou artificialmente as cifras. Os indivíduos são infecciosos para seus parceiros sexuais durante o estágio primário e secundário, quando há lesões de pele e mucosas. As mulheres tendem a transferir a infecção para o feto durante os primeiros estágios da doença, quando têm espiroquetemia, mas a infecção do feto durante o período inicial de latência também é possível.

Manifestações Clínicas

Sem ser tratada, a sífilis é uma doença crônica que se dissemina no organismo por via hematológica, podendo produzir manifestações em virtualmente todos os sistemas orgânicos. Os estágios infecciosos clinicamente manifestos da doença – sífilis primária e secundária – são eventos transitórios. Durante o período de latência, por definição, não há sinais clínicos de infecção, apesar da possibilidade de demonstração da presença do T. pallidum em alguns tecidos. A sorologia é o único método disponível para diagnóstico preciso durante essa fase da doença.

SÍFILIS PRIMÁRIA

A primeira manifestação clínica da sífilis, o cancro, se desenvolve em média cerca de 3 semanas após a infecção (10-90 dias). O cancro surge no local onde ocorreu a primeira invasão cutânea do treponema, usualmente nos genitais ou nas suas proximidades. Ele pode no entanto ocorrer em qualquer região da pela ou das mucosas. Os cancros usualmente são únicos e indolores, salvo se houver superinfecção; por isso podem não ser percebidos pelo paciente se ocorrerem em regiões inacessíveis como o colo do útero, a faringe e o reto. É comum adenopatia genital indolor.

Se não for tratado o cancro persiste por 2-6 semanas e regride sem deixar cicatriz. Ocasionalmente ocorre recidiva no mesmo local. Os espiroquetas móveis devem ser demonstráveis nos cancros não-tratados durante a maior parte da sua evolução. A demonstração pode ser difícil em lesões tardias em regressão e usualmente os espiroquetas desaparecem se o paciente aplicar medicação local ou tomar antibióticos.

O cancro típico é endurecido, tem base limpa e bordas elevadas. A infecção secundária por bactérias ou até por herpes vírus ocorre ocasionalmente e pode tornar a úlcera um tanto atípica. O diagnóstico diferencial inclui cancróide, granuloma inguinal e, ocasionalmente, herpes. Os lábios e o funículo são as regiões onde é mais típica a ocorrência de cancros em mulheres. Cancros perianais, anais e retais ocorrem primariamente em homossexuais masculinos e em mulheres com história de sexo anal. As lesões isoladas são mais comuns mas cancros múltiplos primários não são incomuns. As lesões em regressão podem apresentar problemas para o diagnóstico, particularmente nas fases tardias, quando são negatibas ao campo escuro e a adenopatia pode não ser proeminente. A sífilis adquirida pode ocorrer em lactentes e crianças. Os cancros sifilíticos ocasionalmente pode ocorrer fora das regiões genitais, como os dedos e na cavidade oral.

SÍFILIS SECUNDÁRIA

O estabelecimento do estágio secundário da doença varia de 6 semanas a 6 meses após a infecção no paciente não-tratado. O cancro primário ainda pode estar presente quando surgem as lesões secundárias clinicamente aparentes. Nessa fase da doença os espiroquetas entram na corrente sanguínea a partir do foco linfonodo regional cutâneo e atingem a maioria dos órgãos e tecidos. Após um período de multiplicação, ocorrem sintomas gerais inespecíficos coomo febre, mal-estar, cefaléia, dor de garganta, artralgia e anorexia. Em mais de 50% dos casos há adenopatia generalizada.

Também pode ocorrer hepatomegalia e ocasionalmente esplenomegalia. A hepatite luética é caracterizada por pequenas alterações nas enzimas hepáticas e grande aumento na fosfatase alcalina.

Uma meningite aguda “tipo viral” pode complicar o quadro. Em cerca de 75% dos casos ocorre um exantema, algumas vezes chamado sifílide, de aspecto extremamente variável. Pode ser localizado ou generalizado. As sifílides generalizadas iniciais são máculas simétricas isoladas, hiperpigmentadas ou marrons. Essa erupção comumente se inicia no tronco. As máculas podem aumentar ou se tornar anulares; não há prurido ou descamação. À medida que a erupção progride, algumas máculas podem se tornar espessadas e papulares, de modo que a sifílide macular pode coexistir com as formas papulares.

As sifílides papulares parecem ser mais comuns que as erupções maculares, talvez porque sejam mais fáceis de se ver. Se a doença permanecer sem tratamento por várias semanas as pápulas podem formar um colar fino de escalas que se destaca facilmente.

O acometimento frequente das regiões palmares e plantares pode ajudar na distinção da sífilis de outras dermatoses. Foram descritas muitas variedades de sifílides papulares incluindo, entre outras, os tipos pápulo-descamativo, anular, lenticular, ceratinosa, na qual as lesões parecem calos, psoriasiforme e framboesiforme. Lesões papulares hipertróficas e úmidas, o condiloma lato, ocorrem em regiões intertriginosas, como nas dobras genitais e no sulco interglúteo.

Ocasionalmente podem se tornar hiperplásicas ou verrucosas, muito parecidas com o condiloma acuminado. Essas lesões também podem ser vistas em rgiões extragenitais. O condiloma lato usualmente é recoberto com exsudato acinzentado contendo numerosos espiroquetas, tornando essa lesão mais infecciosa que as outras sifílides secundárias. Outra variante da sífilis papular são as assim chamadas placas fissuradas encontradas na região retroauricular e nas comissuras bucais.

Erosões superficiais inespecíficas da mucosa oral e genital, chamadas placas mucosas, são outras manifestações de sífilis secundária. Essas lesões arredondadas ou ovais se apresentam como placas acinzentadas ou despojadas na mucosa bucal ou labial, na língua no palato e nas tonsilas. Durante a sífilis secundária usualmente duram somente algumas semanas. Nos pacientes não tratados podem ocorrer recidivas, usualmente durante o primeiro ou segundo ano após a infecção, que são raras após o tratamento adequado com penicilina.

SÍFILIS LATENTE

Sífilis latente é o período de quiescência após o final do estágio secundário da doença, durante o qual não há manifestações clínicas. A história de exposição com teste sorológico reativo é o único meio de estabelecimento do diagnóstico. Não raro não se obtém história e nesse caso a sorologia positiva verdadeira deve ser diferenciada da falso-positiva. A latência é dividida em fases inicial e tardia. A latência inicial compreende o primeiro ano após a infecção secundária. Durante esse período é mais frequente a recidiva da doença secundária no paciente não-tratado. Durante a latência inicial ocasionalmente pode ocorrer infecção de um parceiro e a mulher grávida tem risco de transmitir a doença para o feto. O paciente na latência tardia (mais de 1 ano no período de latência) tem risco decrescente de transmissão para o parceiro e para o feto à medida que a latência progride.

SÍFILIS TARDIA

As manifestações tardias da sífilis são de três tipos principais: cardiovascular, gomas e meningovascular (nervosa). Essas manifestações em geral ocorrem décadas após a infecção, mas algumas das formas meníngeas e cerebrovasculares podem ocorrer dentro de um ano após a infecção inicial. O evento fisiopatológico comum de base parece ser endarterite e periarterite de vasos de pequeno e médio calibre.

SÍFILIS CONGÊNITA

Introdução

As doenças sexualmente transmitidas podem acometar a saúde das crianças em três estágios do seu desenvolvimento: – Durante a lactação, como resultado de transmissão maternal-neonatal; – Durante a infância, cmo resultado de abuso sexual; – Durante a adolescência, como resultado de abuso sexual atividade sexual consensual.

Epidemiologia

A incidência de sífilis congênita reflete estreitamente a incidência de sífilis primária e secundária nas mulheres e a eficácia das intervenções perinatais para evitar a transmissão vertical. A definição de vigilância para sífilis congênita foi simplificada em 1988. A sífilis congênita se concentra nas populações onde é alta a incidência de sífilis primária e secundária entre as mulheres. A prevalência de reatividade dos testes sorológicos pré-natais para sífilis varia com as características da população, tendendo a ser mais alta em regiões subservidas e em alguns países em desenvolvimento.

Transmissão Vertical

O risco de sífilis congênita varia com o estágio da sífilis materna; é quase 80% na sífilis primária e secundária, um pouco menor na sífilis primária latente e muito baixo na sífilis latente tardia e na sífilis terciária.

Prevenção

A sífilis congênita é quase completamente evitável ou curável antes do nascimento, desde que a mãe seja diagnosticada e tratada antes que a criança seja acometida irreversivelmente. O diagnóstico pré-natal e o tratamento com penicilina de longa duração é altamente eficaz na erradicação da doença fetal. A maioria das perdas de oportunidade de evitar sífilis congênita ocorrem porque as mulheres não recebem cuidados pré-natais, não são submetidas a exame na primeira consulta e durante o terceiro trimestre, ou mesmo porque a sífilis é diagnosticada mas não é tratada. O exame prá-natal deve ser feito na primeira consulta e repetido no terceiro trimestre em regiões com prevalência alta de sífilis. As mulheres grávidas com sífilis devem ser tratadas com penicilina de longa duração (penicilina G benzatina). As drogas alternativas frequentemente não são eficazes para deter a infecção fetal. Deve-se notar que a penicilina administrada no terceiro trimestre e/ou para tratamento de sífilis secundária pode não ser tão eficaz.

Manifestações Clínicas

A vasculite e suas consequências – necrose e fibrose – são as lesões histológicas fundamentais da sífilis congênita. As alterações placentárias da sífilis congênita compreendem lesões vasculares proliferativas, vilite crônica e algumas vezes aguda e imaturidade vilosa. O T. pallidum também pode ser encontrado no líquido amniótico, no cordão umbilical histologicamente normal e no tecido placentário de recém-nascidos soropositivos assintomáticos, mostrando que essas crianças estão infectadas. Cerca de 4% de crianças notificadas com sífilis congênita nos EUA em 1993 eram natimortos. A meceração é comum nos natimortos com sífilis congênita, mas o T. pallidum pode ser demonstrado mesmo em fetos com autólise avançada. A maioria das crianças com sífilis congênita são assintomáticas ao nascimento.

Se a infecção não for diagnosticada por sorologia na ocasião do nascimento, os primeiros sintomas surgem tipicamente em 3-4 meses, geralmente entre 3-9 semanas de vida. O primeiro sinal, que tipocamente ocorre até 14 dias antes das lesões cutâneas, é o corrimento nasal inicialmente aquoso e posteriormente mucopurulento, crostoso e sanguinolento. Esse corrimento, “coriza”, pode ter espiroquetas em abundância e causar ulceração, condrite, perfuração septal e o nariz em sela, deformidade típica da sífilis congênita tardia.

As lesões mucocutâneas ocorrem em até 50% das crianças com sífilis congênita na maioria das séries e em 17% dos casos nos EUA, dos quais a maioria é diagnosticada em recém-nascidos. As lesões mucocutâneas mais comuns são lesões máculo-papulares ou máculo-descamativas grandes, ovóides ou arrendadas, comuns na face, nos braços e nas pernas que se resolvem formando placa hiperpigmentada em 1-3 meses.

Podem ocorrer vesículas, bolhas e descamação nas regiões palmares e plantares. As lesões nos lábios, nas narinas e no ânus ficam fissuradas e hemorrágicas, deixando cicatrizes radiais (“rágades”) quando regridam. As lesões ósseas sintomáticas com pseudoparalisia não são comuns. As lesões radiológicas no entanto estão presentes em mais de 90% das crianças com sífilis congênita confirmada. A pneumonia alba, assim chamada por causa da aparência do pulmão na autopsia, é rara e tipicamente se apresenta com opacificações pulmonares difusas e desconforto respiratório. A hepatoesplenomeaglia e a icterícia, apesar de comuns, são achados inespecíficos. A criança com sífilis congênita tardia pode apresentar surdez, ceratite intersticial e/ou incisivos serrilhados.

Fonte: Atlas de Doenças Sexualmente Transmissíveis – Segunda Edição Stephen A Morse Adele A Moreland King K Holmes

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Tricomoníase

A tricomoníase é uma Doença Sexualmente Transmissível causada por um protozoário (Trichomonas vaginalis). Infecta tanto homens como mulheres, mas causa mais efeitos nas mulheres.

O agente etiológico é trichonomas veginalis ( foto abaixo aumentada 700 vezes ). Flagelado em forma de pêra com 4 flagelos polares e um flagelo ao longo de uma membrana ondulante

O agente etiológico é trichonomas veginalis. Flagelado em forma de pêra com 4 flagelos polares e um flagelo ao longo de uma membrana ondulante

Como se transmite a tricomoníase?

A tricomoníase é transmitida durante sexo vaginal; eventualmente por contato indireta ( banhos ). Não parece ser possível a transmissão através de sexo oral ou anal. Não existem testes adequados para identificar a tricomoníase na garganta ou no recto. Não existem também teste eficazes para identificar a tricomoníase no homem. Na mulher, esta doença se localiza na vagina ou em partes internas-saude do corpo; no homem, só nas partes internas-saude.

Os principais sintomas da Tricomoníase na milher são:

  • corrimento amarelo esverdeado, com mau cheiro
  • dor no ato sexual
  • ardência
  • dificuldade para urinar
  • coceira nos órgãos sexuais

No homem os sintomas são os seguintes:

  • Normalmente não têm sintomas e não sabem que estão infectados
  • Podem ter disconforto e comichão no pénis, raramente corrimento.
  • Raramente dor ou ardor ao urinar

Diagnóstico

O diagnóstico e feito através da comprovação do agente etiológico no esfregaço da uretra ou da vagina. Cultura eventualmente, no sedimento urinário. O tratamento é feito através de nitromidazol via oral ou vaginal. O parceiro deve ser tratado simultaneamente. Prestar atenção à intolerância ao álcool. Fonte: www.dstfacil.hpg.ig.com.br —————————————————————————————————————————–

DEPOIS DE VER O QUE JÁ VIU ATÉ AQUI…    E AINDA VÊ AS FOTOS ABAIXO.

VOCÊ AINDA VAI VIVER SEM CASTIDADE?

SE NÃO FOR POR AMOR A DEUS SEJA PELO MENOS PARA NÃO PEGAR ESTAS DOENÇAS.

Linfogranuloma Venéreo – Fase aguda Adenomegalia inguinal: o LGV, geralmente, causa a maior das massas inguinais, quase sempre única, dolorosa, na qual jamais deve ser feita drenagem cirúrgica e sim a punção para aspiração do material purulento, com agulha de grosso calibre, o que alivia a dor. Quando ocorre fistulização, esta se dá em múltiplos orifícios: sinal do “bico de regador“. Fonte: www.aids.gov.br/dst/imagem18.htm Infecção por HPV – Condiloma Acuminado Condilomatose em vulva: condiloma gigante em vulva, o qual apesar de muito grande, estava pediculado no períneo. Fonte: www.aids.gov.br/dst/imagem49.htm Fonte da foto:wcartier.net46.net/hpv.html

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O que é condiloma acuminado ou verruga genital?

Condiloma acuminado, ou verruga genital, é uma doença sexualmente transmissível causada por alguns subtipos de HPV (vírus papilomavírus humano). O condiloma acuminado é espalhado através de contato direto com a pele durante sexo oral, anal ou vaginal com um parceiro infectado. Condiloma acuminado, ou verruga genital, é o sinal mais reconhecível de infecção por HPV. A maioria das pessoas que adquire os tipos de HPV que causam condiloma acuminado geralmente nunca desenvolve qualquer sintoma. HPV também pode causar câncer cervical. Forma de transmissão do condiloma acuminado ou verruga genital As partículas virais são capazes de penetrar na pele e mucosa através de abrasões microscópicas na área genital que ocorrem durante a atividade sexual. Uma vez que as células são invadidas pelo HPV, pode ocorrer um período latente de meses ou anos sem sintomas. Ter relações sexuais com uma pessoa cuja infecção HPV é latente em não apresenta sintomas do condiloma acuminado também representa risco de infecção.
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Condiloma acuminado

Cancro Mole Úlcera em vulva: admite-se que ocorra um caso de Cancro Mole em mulher para vinte casos em homens.
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  1. Juliana Silva disse:

    Gostaria de parabenizá-los pelo excelente artigo, esses cinco dias de inferno na Terra de Santa Cruz para
    mim é um verdadeiro martírio. Já fui assaltada e quase morri por causa de um rapaz alucinado por dinheiro
    para ir “pular o carnaval” com o dinheiro e os pertences alheios. Todas as coisas mencionadas acima são
    de pleno conhecimento de todos, mas parece que a população brasileira anda relamente drogada e caminha absurdamente rápido em direção as estradas largas que levam ao inferno, o que é uma GRANDE tristeza…

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