Nós Católicos praticantes da palavra de Deus e das leis,sabemos que a prática do homossexualismo e do lesbianismo são desordem do plano de Deus.
A tendência de procurar a pessoa do mesmo sexo tem raízes que a própria ciência ainda não compreende bem as causas, além das razões de ordem educacional.Deus criou a mulher para completar a parte que faltava no homem …”E da costela que tinha tomado do homem,o Senhor Deus fez uma mulher e levou-a para junto do homem.”Gn2,22
Não há nenhuma comprovação médica de que o homossexualismo seja fruto de uma disfunção glandular.Há fortes evidências de que ninguém nasce com a tendência ao homossexualismo, mas que este desequilíbrio se desenvolve na criança ou no jovem por problemas familiares (separações, brigas, abusos na infancia..etc.), obsessão da mãe pelo filho, desinteresse e grosseria do pai, forte insegurança, experiência sexual fracassada ou traumática na adolescência, educação sexual mal conduzida, e muitas outras causas não bem conhecidas.Eu como cristã já tive muitos amigos homossexuais que por motivos de abuso sexual na infãncia,se sentiam culpados e por isso achavam que eram homossexuais..Ou a experiência tem mostrado que muitos jovens se tornam homossexuais por alimentarem a mente com pornografia homossexual, ou por terem experimentado o homossexualismo uma só vez para ver como é.
Na verdade esses jovens travam uma terrível batalha; a mais solitária que exista talvez. Às vezes são desprezados pelos amigos, pela própria família, e até pelos pais. É como se fossem um cordeiro separado do rebanho, ferido e abandonado, necessitando de ajuda.
A tendência ou a tentação ao homossexualismo não é pecado, mas se torna pecado se houver o consentimento e a prática do ato sexual com pessoas do mesmo sexo.
A condenação da Bíblia e da Igreja à pratica da homossexualidade é expressa, desde o Antigo Testamento:
“Não te deitarás com um homem como se fosse uma mulher: isto é uma abominação” (Levítico 18,22).
São palavras claras, pelas quais Deus classifica a prática do homossexualismo como uma abominação.Na carta aos Romanos, São Paulo mostra a gravidade desse comportamento desordenado: “Conhecendo Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças… Por isso, Deus os entregou aos desejos dos seus corações e à imundície, de modo que desonraram entre si os próprios corpos… as suas mulheres mudaram o uso natural em outro que é contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam de desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida a seu desvario” (Rom 1,21-17).
Deus ama o pecador, mas abomina o pecado.
Quando, em 1994, no Ano da Família, o Parlamento Europeu, tristemente, reconheceu a validade jurídica dos matrimônios entre homossexuais, até admitindo a adoção de crianças por eles, o Papa João Paulo II, tomou posição imediata: “Não é moralmente admissível a aprovação jurídica da prática homossexual. Ser compreensivos para com quem peca, e para com quem não é capaz de libertar-se desta tendência, não significa abdicar das exigências da norma moral… Não há dúvida de que estamos diante de uma grande e terrível tentação” (20/02/94).
O Catecismo da Igreja também é claro nos pontos que ofendem a castidade: “Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves (Gn 19,1-20; 1 Tm 1,10), a tradição sempre declarou que “os atos de homossexualidade” são intrinsecamente desordenados. São contrários à lei natural” (nº 2357).Sabemos que não é fácil a luta contra as misérias da carne, mas é preciso ter caridade, respeito e compaixão pelos que sofrem desses males. É preciso lembrar-lhes que só Cristo pode dar força e libertação. Lembra-nos o Apóstolo que: “Tudo posso naquele que me dá forças” (Fil 4,13).
Muitas vezes pode nos parecer que a luta contra as paixões da carne sejam sem fim, ou que a vitória seja impossível. De fato, com a nossa fraqueza jamais podemos vencê-las, mas, como disse Santo Agostinho, que experimentou tão bem este combate: ”o que é impossível à natureza, é possível à graça”.
Somente com os auxílios da graça de Deus é que podemos vencer as misérias da nossa carne. Daí a importância de uma continua vigilância sobre nós mesmos, ao mesmo tempo em que vivemos uma profunda e perseverante vida de oração e de participação nos Sacramentos da Reconciliação (Confissão) e Eucaristia. Nestes Sacramentos, Jesus nos lava com o seu próprio sangue redentor, nos alimenta e cura a alma, a fim de que sejamos fortes contra as tentações. Nossa Mãe Maria é a Rainha da pureza e está sempre pronta a nos auxiliar nesta luta árdua. Precisamos recorrer a ela e nos colocarmos continuamente debaixo de sua proteção materna.
É preciso estarmos cientes de que, quando nos sujamos, sujamos também o Corpo de Cristo; aí está toda a gravidade da luxúria. Cada um de nós é parte do Corpo de Cristo, que é a Igreja; logo, o nosso pecado afeta toda a Igreja. Eis porque nos confessamos com um ministro seu, também, para nos reconciliarmos com ela.Então irmãos vigiemos e oremos…Pois Deus Livra todos os males ….
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