Jovens sacerdotes e Universitários enfrentam perseguição socialista na CHINA.


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O Padre Giovanni Battista Luo, 39, foi preso pela policia chinesa na diocese de Mindong (Fujian), informou AsiaNews. Ele foi acusado junto com mais seis sacerdotes pelo “crime” de organizar um acampamento para 300 estudantes universitários.

Eles pertencem à Igreja Católica, dita “clandestina” porque não obedece à cismática “Igreja Patriótica” ficção burocrática criada pelo Partido Comunista.

A polícia invadiu o acampamento e ordenou fechá-lo, mas os sacerdotes recusaram-se a obedecer.

Os religiosos explicaram a situação aos estudantes e deram liberdade aos que quisessem para voltar par a casa. Só 20 foram embora.

A polícia ficou impressionada e se afastou, mas convocou os padres para um longo interrogatório sem ousar prender nenhum.

Por fim, em março a polícia prendeu o Pe. Luo num “hotel”  de Fuan.

Santuário ameaçado de destruição na China

O Pe. Luo havia declarado estar “pronto para ir ao cárcere”, que não tinha “nada a temer” e que estava “orgulhoso de ser um sacerdote católico, desejoso de professar a Fe até com os atos”.

Ele acrescentou: “serei feliz se puder servir de testemunha de Cristo e imitar o exemplo de tantos santos mártires”.

Por sua vez, os padres Guo Xijin, Miu Yong e Liu Maochun também receberam mandato de prisão, mas até agora não foi efetivado.

Mais três padres foram multados, porém preferem ir no cárcere a pagar essas imposições iníquas.

A diocese de Mindong está quase totalmente constituída por fiéis à Santa Sé ‒ “subterrâneos” ou “clandestinos”‒ perseguidos pelo socialismo. Dos 80 mil católicos, mais de 70 mil são “clandestinos”, muito organizados e ativos, contando com mais de 50 sacerdotes, 96 freiras e 400 leigos catequistas. O bispo é Mons. Vincenzo Huang Shoucheng, 86.

Fonte: Asia News.

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