O Diabo a solta!


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No mundo do rock, até os atos mais sacrificados, significativos e amorosos da vida do Senhor, como a Última Ceia, são enlameados.” (…) “O grupo ‘Graceland’ chama a ‘Última Ceia de ‘The First Snack’ (‘O Primeiro Lanche’) e, no seu relato, o cardápio inclui uma prostituta. O álbum do ‘MDC’, ‘Millions of Damn Christians’ (Milhões de Malditos Cristãos’) zomba, entre outras coisas, do Sangue de Jesus, relacionando-o com uma frase chave de um comercial de cerveja muito conhecido.”

(…) “A Segunda maneira com que o Inferno persegue a cruz é por meio da profanação aberta, associada à religião satânica. Sobre esse tema, um grupo de rock canta: ‘O único bom cristão é um cristão morto’.

Falando da morte cristã, o grupo que tem esse mesmo nome acrescenta a Igreja à sua lista de coisas para profanar, na canção ‘Stairs’. Eles cantam: ‘Não existe cidade de Deus. Maldito seja o nome de Deus’.”

Vejamos agora, ainda transcrevendo o artigo de Eric Homberg, alguns dos frutos produzidos “pela raiz de Satanás”, colhidos na árvore tenebrosa do “Heavy Metal”: violência, suicídios, drogas, sexo livre (e obsceno), rebeldia e muito mais:

“Violência: O egoísmo intrínseco no coração do homem, em conjunto com as sementes da filosofia satânica, resultam inevitavelmente em violência e morte.

A violência sempre fez parte dos vídeos de rock.” (…) “Até pessoas envolvidas na indústria do rock já expressaram a usa preocupação. Um disc-jóquei diz: ‘O que assusta é que os jovens se encontram no ponto mais impressionável de suas vidas. Eu não gostaria que nenhum dos meus filhos aprendesse as suas atitudes, no que se refere a sexo, violência ou mulheres, dos vídeos de música’.”

(…) “E não são só os músicos que estão sendo afetados por esse espírito de violência e morte. A Era do rock tem visto os crimes violentos aumentarem em mais de 10.000% entre os jovens! Violência em concertos virou uma epidemia, culminando em um concerto do grupo ‘Who’, em Cincinnati (Estados Unidos), onde onze pessoas morreram pisoteadas quando as multidões correram para as portas, na pressa de entrar no recinto.”

(…) “Contudo, é na incrível arena de assassinatos grotescos, rituais de violência e automutilação que a realidade da influência satânica pode ser mais claramente discernida. As últimas décadas viram o surgimento de alguns dos atos mais pervertidos e violentos que se possa imaginar. As principais coisas que unem esses atos sem nexo são uma obsessão pelo rock e uma SEMELHANÇA COM O RITUAL SATÂNICO DA ANTIGUIDADE.”

Alguns exemplos:

“* No dia 12 de abril de 1985, um ‘metalhead’ (fã do ‘heavy metal’), de 14 anos, matou três pessoas. O fã do ‘Iron Maiden’, cujo envolvimento como o Ocultismo o levou a esculpir no peito o número 666, afirmou estar sob a influência de Eddie – o mascote do ‘Iron Maiden’ – quando cometeu os homicídios (‘The Toronto Sun’, 01.11.1985).

* Richard Ramirez, o ‘Night Stalker’, agora o mais infame assassino pelos homicídios em massa que praticou, foi levado à sua obsessão pelo Ocultismo e ritual de assassinatos através de grupos como o ‘ACIDC’. Um colega de escola disse que era a música deles ‘Night Prowler’; (O Predador Noturno’) que mais parecia afetar Ramirez.

* 1987 viu a captura do assassino que praticava crimes em série, um ocultista e, pelo visto, um canibal, chamado Gary Heidnik. A revista ‘Time’ observou que na sua casa, em Filadélfia (Estados Unidos), onde os crimes eram cometidos, ouvia-se tocar, dia e noite, ‘heavy metal’ estridente. (‘Time’, 06.04.87).

(…) “Satanás tem em mente a Eternidade. Seu objetivo principal é levar você com ele para o Inferno. Se Satanás conseguir que você mate por ele, ótimo, isso é a cereja no bolo. O bolo, contudo, é manter você afastado d’Aquele que pode salvá-lo do Inferno, é fazer você pensar que seguir a Jesus é uma estupidez – algo fraco e irrelevante -, é levá-lo a acreditar que a verdadeira vida é divertir-se e fazer o que bem entender. E que outro tipo de arte está difundindo essa mensagem, mais insistentemente e com mais poder, do que grande parte da música rock?

Suicídio: Outra maneira como as pessoas estão reagindo aos anúncios do rock é por meio do SUICÍDIO.

Sendo, atualmente, a SEGUNDA MAIOR CAUSA DE MORTES entre jovens no Ocidente, as pessoas afirmam que um em cada sete adolescentes da perversa sociedade sem Cristo, de hoje, tentou suicidar-se! Neste caso, também existem outros fatores que contribuem para tal tragédia, mas o rock tem desempenhado o papel PRINCIPAL.

Suicídio é, provavelmente, o máximo da falácia satânica, porque tem de dar um curto-circuito no instinto básico primário do homem, que é a autopreservação. Para obter isso, é preciso destruir algumas verdades básicas e substituí-las por mentiras.”

(…) “Um passo para levar as pessoas a se suicidarem é negar que existe um sentido propósito para o sofrimento humano, e que tudo isso está relacionado com o amor de Deus e Seu interesse por nós.” (…) “Satanás divulga que a vida é prazer e, então, deve-se a todo custo evitar a ausência de prazer. Se a dor se torna grande demais, o suicidar-se pode ser uma saída lógica.

O que é significativo é que a alma da geração atual está tão destituída (de valores reais) que grande parte das dores que provocam a atual epidemia de suicídios é simplesmente trivial: notas ruins na escola, um romance desfeito, desdém pela realidade. Como o Dr. Mark Rosenberg observou no seu discurso, em 1988, se que a maneira de evitar o suicídio entre os adolescentes jovens. Em vez de estarem clinicamente deprimidos, essas jovens vítimas do suicídio são impulsivas e o fazem (suicidam-se) porque estão pondo em prática as suas fantasias’ (‘Rising To The Challenge’).

E de onde vêm as fantasias? O rock entra mais uma vez em cena.

Será apenas uma coincidência o fato de que as vítimas de muitos suicídios, em todo o País, eram pessoas OBCECADAS pelo ROCK? E que, freqüentemente, tinham acabado de ouvir exatamente essas mesmas músicas, sobre morte e suicídio, antes de tirarem as suas próprias vidas? Como declarou o médico-legista na autópsia de um jovem chamado John McCollum: ‘O falecido suicidou-se com um tiro enquanto escutava música do Diabo’ (‘Reader’s Digest’, julho de 1988).

Drogas: Outra atividade auto-destrutiva e relacionada com o Ocultismo, popularizada pela música rock, é o uso de drogas. Todos sabem que as drogas estão em toda a parte do rock – desde os corpos abusados dos astros e estrelas até as letras de suas canções. Por exemplo, o álbum mais vendido dos ‘Beastie Boys’, ‘Licensed To III’ (‘Permissão Para o Mal’) refere-se mais de 90 vezes a drogas e álcool (‘Rising To The Challenge’).

Uma coisa porém, da qual nem todos estão muito cientes, é a ligação entre as drogas e o mundo espiritual.” (…) “Ficar doidão, que é a principal atração das drogas, é indubitavelmente uma experiência espiritual, experiência essa que abre a porta do mundo espiritual para quem as toma.

A música dos ‘Beatles’, ‘Tomorrow Never Knows’, que estabeleceu essa tendência, chamava-se originalmente ‘O Vazio’. Seu objetivo era proclamar o evangelho da iluminação por meio das drogas, estimulando ao mesmo tempo os efeitos sensoriais do LSD. A primeira frase da canção foi tirada diretamente da Bíblia da subcultura do ácido, ‘The Psychedelic Experience’ (‘A Experiência Psicodélica’), de Tim Leary. Satanás pega, freqüentemente, indivíduos drogados, e você pode Ter toda a certeza de que grande parte da proliferação do Ocultismo, dentro da música rock, encontra o seu gênesis exatamente dessa maneira.”

(…) “Uma revista de rock descreve o processo criativo de Robert Smith, do ‘Cure’, da seguinte maneira: ‘Freqüentemente, ele tem as idéias mais macabras para as suas músicas em pesadelos, durante uma bebedeira. O álbum inteirinho ‘The Head On The Door’ foi escrito sob essas condições’ (‘Starhits’, outubro de 1988).

Ao longo dos anos, o ‘Grateful Dead’ tornou-se, praticamente, sinônimo de LSD e maconha. A televisão descreveu a fascinação sinistra que inspira em seus fãs tão devotos: ‘Para muitos de seus seguidores, o ‘Dead’ é uma religião, e a letra de suas músicas, uma BÍBLIA. Já é aceito que o ‘Dead’ esteja conectado a uma verdade profunda inspirada pela LSD. Não é de admirar que alguns alucinados tenham elaborado teorias estranhas e complicadas a partir de frases de letras das músicas do ‘Grateful Dead’ (‘The Washington Times’).

Sexo: Talvez o derivado mais inevitável e de mais longo alcance – ou fruto da filosofia satânica – seja uma obsessão por sexo obsceno.

Marty Callner, diretor de vídeos de música popular, cujo estilo pornográfico o levou até a ‘Galeria da Vergonha’ no ‘Los Angeles Times’, defendeu o seu uso de imagens eróticas, comentando: ‘O sexo é a essência do rock’ (‘Los Angeles Times’, 24.01.1988).

O sexo proclamado aos sete ventos pela indústria do rock não é do tipo maduro e altruísta que Deus instituiu, mas sim uma alternativa satânica: impulsivo, carnal e, em última análise, destrutivo. Como o Dr. Alan Bloom disse em ‘The Closing Of The American Mind’: ‘O rock tem um atrativo, um atrativo bárbaro, o desejo sexual; não amor, mas sim lascívia, desejo sexual sub-desenvolvido e bruto’ (‘The Closing Of The American Mind’).

Rebeldia: Continuando o nosso exame dos frutos do rock, consideremos um dos seus temas mais importantes: a rebeldia.

O significado espiritual disso é mencionado na seguinte mensagem do Antigo Testamento: ‘A rebeldia é como o pecado da feitiçaria’ (I Sm 15,23). Na Bíblia, feitiçaria significa satanismo, e sua raiz é a rebeldia. A rebelião satânica não é a revolta honesta, sincera e vital do Bem contra o Mal e da Verdade contra a Mentira, mas sim uma rebelião impregnada de MAL, anarquista, hipócrita e, em última análise, DESTRUTIVA. Não é exagero dizer que a rebeldia é mais do que um tema ocasional de uma música de rock: é a sua essência, o seu âmago.”

(…) “A verdade mais fundamental de todas é que a vida tem um PROPÓSITO acima e além de apenas existir, que é o de conhecer e sentir a presença de Deus. Nós já vimos como o rock ou ignorou ou ridicularizou essa verdade. A mentira satânica é que a vida não tem, fundamentalmente, nenhum objetivo, e que, na melhor das hipóteses, a nossa existência tem sentido apenas através dos prazeres que desfrutamos. Será muito difícil encontrar um artista rock secular que não defenda essa filosofia demoníaca. A maioria se prostra diante dela e a adora.

Vale a pena mencionar aqui de que forma as Escrituras definem a geração que estaria presa na apostasia que existiria no Tempo do Fim: “Nos Últimos Tempos haverá homens amantes de si mesmos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus” (II Tm 3, 2-4).

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Fonte: Portal anjo

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