“Após suportar em sua pessoa os tormentos, alegrar-se-á de conhecê-lo até o enlevo. O Justo, meu Servo, justificará muitos homens, e tomará sobre si suas iniquidades” (Is 53,11).
O centro da narrativa de todo o Antigo Testamento (e, posteriormente, do Novo Testamento) é deixar absolutamente claro o destino de um povo, o povo de Israel, através do qual nasceria o Senhor e redentor de todas as almas: Emanuel —o “Deus conosco” (Is 7 : 14) Jesus —o “Deus que salva” (Lc 1 : 31).
E, com isso, não apenas enfatizar que Ele próprio seria o Caminho, a Verdade e a Vida para todas as nações da Terra, mas que, sobretudo, fora dEle há descaminho, há mentira (ou meias-verdades, que não deixam de ser mentiras), degeneração, morte e destruição.
“…Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (Jo 8,12).
Portanto, onde não há luz, há trevas. E somente Jesus Cristo é a verdadeira luz que possui o poder de arrebatar a alma do homem das trevas, do mal e da perdição eterna.
A iniciativa de salvação procede de Deus e não do homem

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O patriarca hebreu, Jacó. A iniciativa de salvação do gênero humano, decaído pelo pecado, procede de Deus e não do homem
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Toda a epopéia do povo de Israel é a mais expressiva e constante afirmação do monoteísmo (e da subseqüente doutrina proveniente do Deus Único) e a preparação continuada e ininterrupta para a vinda e missão do Salvador de todas as nações.
Quase mil e oitocentos anos antes do nascimento de Jesus, em seus últimos momentos de vida, o patriarca Jacó reunia seus filhos e profetizava sobre o advento do Messias Redentor, que surgiria da tribo de Judá:
“Não se apartará o cetro de Judá, nem o bastão de comando dentre seus pés, até que venha Aquele a quem pertence por direito, e a quem devem obediência os povos”. (Gn 49, 10)
A missão redentora de Cristo foi meticulosamente anunciada há quase quatro mil anos

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Ilustração francesa de antigo culto druida de sacrifício humano
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É fato histórico que a Revelação Divina, através da epopéia do povo de Israel, usou de todos os meios possíveis, através de seus antigos profetas, para desviar o povo eleito dos cultos e tradições dos povos bárbaros da antiguidade, regados a orgias, ocultismo, magia e sacrifício de sangue humano.
Esses cultos e tradições dos povos bárbaros mantinham os povos pagãos em subjugação espiritual aos espíritos decaídos luciferianos, os mesmos que compõem e regem, das dimensões espirituais, o governo oculto terreno.
Como veremos em nosso estudo, esses antigos cultos daninhos para a alma humana —todos eles milenarmente condenados pela Revelação Divina— hoje ressurgem com redobrado vigor, em franca contraposição à doutrina e mensagem do prometido Messias e Salvador, cuja missão redentora tem sido programada e meticulosamente anunciada há quase quatro mil anos.
A “deusa razão”, filha dileta do Iluminismo, labora para ofuscar e desfigurar Cristo de Seu verdadeiro papel divino

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A Liberdade guiando o povo (1830, Louvre, Paris) é uma das obras mais nitidamente românticas e célebres de Delacroix.
A tela, comprada pelo governo francês, considerada excessivamente incitadora, só foi exposta em 1848
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Em nossos tempos de grande perturbação é exatamente este um dos pontos chave que a “deusa razão”, filha dileta do Iluminismo e da revolução francesa, refuta e astuciosamente se empenha: rebaixar, ofuscar ou desfigurar o Cristo de Seu verdadeiro papel divino.
Mas como a “deusa razão” se equivoca facilmente, desde que é portadora da falsa luz dos homens e não da luz de Deus, sua miopia desfoca o discernimento da civilização contemporânea, altamente intelectualizada, mas lamentavelmente distante do Criador.
Sob o pretexto de liberdade, igualdade e fraternidade, proveniente das dissimuladas doutrinas ocultistas, manipuladas sob o véu do segredo pelo governo oculto do mundo, da penumbra dos templos das sociedades secretas emergia o auspicioso lema sedutor que passaria a separar incontáveis almas da união espiritual com Cristo e Seu corpo místico.
Renascimento do paganismo, ou a negação da fé no Cristo, encarnado como a “palavra de Deus”

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O atual caldeirão de seitas, práticas e doutrinas ocultistas semeiam o renascimento do paganismo e da idolatria, amoralidade e fanatismo, descrença e ateísmo, caos e destruição
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Em pleno século XXI, imersa num suculento, nebuloso e rentável caldeirão de filosofias, seitas, sociedades secretas e crenças, paralelamente ao antiteísmo militante esboça-se a nova “religião planetária”.
Mas, na verdade, esse caldeirão de seitas, práticas e doutrinas ocultistas semeiam o renascimento do paganismo e da idolatria, amoralidade e fanatismo, descrença e ateísmo, caos e destruição.
Nossa civilização contemporânea caiu no engodo de inaugurar, por conta própria, a “nova era”, cheia de novos messias, novos sistemas, novas artes e ciências, novas ordens sócio-político-econômica mundiais, gurus de Rolls Royce, teologias de prosperidade e imediatismo onde cada um, invigilantemente, pratica a sua religião “à moda da casa” ao auto-proclamar-se livre-pensador…
Contudo, essa “nova era”, essa “evolução planetária” começa a tornar-se incômoda, porque nunca chega… Uma “nova era” onde salta aos olhos a decadência do gênero humano, cada vez mais a chafurdar-se no lodo de paixões desenfreadas, vícios, ambição, soberba e auto-destruição.
“… vossos pais me deixaram, diz o Senhor, e seguiram outros deuses, e os serviram, e se inclinaram diante deles, e a mim me deixaram, e a minha lei não a guardaram.” (Jr 16 : 11)
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O cálice da ira de Deus

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Marximin Giraud e Mélanie Calvat,
os dois pastores de La Salete escolhidos por Maria Santíssima para transmitir uma de Suas mais dramáticas mensagens apocalípticas
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Em 1846 a França, então “luz do mundo”, estava divida do ponto de vista religioso e político. Havia católicos que se diziam liberais ou sociais. Eram os precursores do movimento que hoje semeia desordem na Igreja, conhecido também como progessismo. Estavam conluiados com os propagandistas do igualitarismo libertino, laicista e anticatólico da Revolução Francesa de 1789. (1)
“A Virgem Santíssima chorava quase o tempo todo em que falava conosco…” —relatam Melânia Mathieu (ou Calvat) e Marximino Geraud, duas crianças pastoras da isolada aldeia de La Salette na tarde de sábado, 19 de setembro de 1846.
“… A sociedade dos homens está às vésperas dos mais terríveis flagelos e dos mais graves acontecimentos. A humanidade deve esperar… beber do cálice da ira de Deus”. (2)
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Fontes de consulta:
1 – DURFAUR, Luis Eduardo. A aparição de La Salette e suas profecias. p. 44. Petrus. 2007.
2 – SWANN, Ingo. As Grandes Aparições de Maria, 2002, pp 93, 101, Paulinas. (Cf. CARLIER, L. Histoire de l’apparition de la Mère de Dieu sur le montagne de la Salette. Tournai, Les Missionaires de la salette, 1912; JAQUEN, J. La grâce de la Salette 1846-1946. Paris, Cerf, 1946; LA DOUCEUR, E. The Children of La Salette. New York, Vantage Press, 1965).
Para citar este texto:
3 – O fio condutor da Revelação Divina que perpassa as Escrituras aponta unicamente para Cristo, o Messias, como o portador da verdade e mediador da salvação oferecida à humanidade pelo Altíssimo
Mensagens de Maria e a conspiração da “nova era”
http://www.mensagensdemaria.org/lo.php?codigo_artigo=3
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