O Plano para destruir a Igreja-Parte Final


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(Artigo denúncia extraído da revista “ESTRELLA”, setembro de 1983, cidade do México, pelo Dr. Jerônimo Domingues, traduzido por José Galhoto)

Parte Final

Destruir todo objeto, vestimenta que lembra ou inspira a fé, catolicismo, Deus. Desmotivar costume e uso de Terço, Rosário, Medalha, Escapulário, Água benta, Sal exorcizado, Vela, Liturgia das horas, Batina de padre, Hábito de freira, usar a Missa, Catequese, Crisma, e outros meios para esses fins. Batinas e Hábitos devem ser combatidos de todas as formas pois estas fardas lembram religião, fé, catolicismo, Deus. Temos que apagar das mentes, dos sacerdotes e freiras, a lembrança de Deus. Não podemos permitir que estas fardas sejam usadas por muito mais tempo, seu uso prejudica a nossa causa por despertar a lembrança de Deus, despertar interesse de seguidores, por ser uma afronta orgulhosa destes inimigos da humanidade que se vestem de mulheres espalhando-se por todos os lugares do mundo. É necessário calar a voz da Batina e do Hábito, destruindo o que eles representam. A partir de 1980, já teremos devastado a fé de muitos Padres, Bispos e Freiras. Estarão uns contra os outros, muitos conventos de freiras já estarão fechando, muitos seminários de futuros padres já estarão vazios, os que restarem estarão aprendendo a nossa doutrina. Conventos, Mosteiros, Clausuras, estarão fechando, alugados ou servindo para outros propósitos. Padres e Freiras estarão nas ruas, mas eles não trarão mais a lembrança de seu Deus aos jovens, que crescerão sem esta tradição e ninguém os reconhecerá como sacerdotes, pois não estarão mais fardados.

Que se casem os sacerdotes e tenham uma outra profissão. Infiltrar e convencer do lado de dentro que Padre é homem, tem que casar, casar não é pecado, homem precisa de mulher, precisa de uma profissão.

Segundo o Papa, chefe deles, padre que não casa só pensa e se dedica a Deus. Padre que quer casar não ama a Deus, destruamos estes e todos os ensinamentos do Papa e a Igreja deles perderá sua sustentação. Necessário é destruir a imagem de um homem só de Deus, que se sacrifica por ele, de mártires, de santos, destruir no coração dos jovens o desejo de ser padre.

As freiras na rua. O pensamento que os católicos tem de freiras em clausura é: são almas sepultadas em Cristo, fogo que aquece a humanidade. A destruição deste símbolo vivo de fé se fará quando elas estiverem mais nas ruas que nos conventos e vestindo-se mais parecidas ao povo comum, uma vez que o Hábito delas parece falar mais forte que nossas palavras. Usem-se, para removê-las de seus conventos, as necessidades do tempo moderno, que elas se ocupem mais dos problemas sociais de caridade e ajuda ao próximo, de esportes, cultura, do que oração e vigílias. A oração de Padre, Freira, Leigo, deve ser abolida da terra por fechar a mente no fanatismo religioso. Oração, reza, bíblia, catolicismo é ópio.

Aniquilar a Missa e tudo o que ela representa. Aniquilar exposições do Santíssimo. Aniquilar a prática do Confessionário. Arrancar das igrejas as 14 Estações e imagens que lembram seus heróis. Construir igrejas com outras aparências, sem torres, sem sinos. Aniquilar a veneração à Virgem Maria e aos santos. Aniquilar termos como: Mãe de Deus, Mãe do Criador, Virgem Poderosa, Sede da sabedoria, e tudo o que lembra Maria, que ela seja chamada de mulher, que se fale dos irmãos de Cristo e que a Virgem teve mais quatro filhos. As bíblias devem ser aniquiladas ou transformadas pela mudança de versículos. Em 1970 conseguimos infiltrar a primeira Bíblia católica que omite a frase Cheia de Graça. (Realmente esta Bíblia existe, tem o Nihil Obstant do cardeal Patric O’Boyle, Arcebispo de Washington, editada em 1970). Ensinar que por amor aos protestantes não se reze mais o Rosário, nem se façam novenas porque é coisa de beato(a).”

(Para maior esclarecimento sobre “O Plano para destruir a Igreja” leiam a matéria “Masterplan, o plano para destruir a Igreja” do repórter de Cristo Thiago Rocha.)

Veja a seguir algumas revelações dos servos de Deus:

Ana Catarina Emmerich (1774-1824), freira alemã estigmatizada, teve a seguinte visão dos nossos dias: Viu o Vaticano rodeado por um fosso profundíssimo e, do outro lado do fosso estavam os descrentes. No centro de Roma, no Vaticano, encontravam-se os católicos. Estes atiravam para esse fosso profundo os seus altares, as suas imagens, as suas relíquias, quase tudo, até o fosso ficas quase cheio. Então, quando o fosso ficou cheio, os membros de outras religiões puderam realmente atravessá-lo. Atravessaram-no, olharam para dentro do Vaticano, e viram como os católicos, pouco tinha para lhes oferecer. Abanaram a cabeça, voltaram as costas e foram-se. Numa outra visão viu que demolidores levavam grandes pedaços; eram em grande número, sectários e apóstatas. Em seu trabalho seguiam certas ordens e certas regras. Disse mais: “Vi, com horror, que entre eles haviam também sacerdotes católicos… Vi o Papa em oração, rodeado de falsos amigos que, com freqüência, faziam o contrário do que ele ordenava. O mundo se converterá, quando houver respeito na casa de Deus, na Igreja”.

São Gregório Magno: “A igreja, nos últimos tempos, será espoliada da sua virtude. O espírito profético esconder-se-á, não mais terá a graça de curar, terá diminuta a graça da abstinência, o ensino esvair-se-á, reduzir-se-á, senão desaparecerá de todo o poder dos prodígios e dos milagres. Para o anticristo está preparando-se um exército de sacerdotes apóstatas”.

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