Sacrilégio: Profanação das coisas sagradas; pecado contra a religião.
“Porque é do interior do coração dos homens que procedem os maus pensamentos: devassidões, roubos, assassinatos…” (Mc7,21)
A Sagrada Eucaristia, o tesouro mais precioso de todo católico, é profanada por aqueles que se dizem católicos, que vão a missa roubam a hóstia e levam para realizar rituais satânicos. Estamos diante de um ato igual ao que sofreu Nosso Senhor em Sua Paixão e Crucifixão. Estão flagelando novamente Nosso Senhor, que tal como um silencioso Cordeiro, recebe todas essas ofensas.”
o Satanismo tem um rito principal, envolvendo a Hóstia consagrada, que é seguido com pequenas alterações entre os diversos grupos satânicos:”O rito principal, pode dizer-se de cada um dos grupos satânicos, ou seja, a Missa Negra, está descrito por La Vey quer em ‘The Satanic Bible’ [A Bíblia Satânica], quer em ‘The Satanic Rituals’ [Os Rituais Satânicos]. Os diversos grupos satânicos introduzem algumas alterações em relação ao rito aplicado por La Vey, que segue o modelo das mais antigas Missas Negras européias e parte, dentre outros, de escritos do poeta francês [maçon] Charles Baudelaire (1821-1867) e do escritor [ex-satanista] Charles Georges Huysmans (1848-1907). O rito é oficiado por um celebrante, um diácono e um subdiácono; como instrumentos utilizam-se algumas velas, pentagrama invertido, um cálice cheio de vinho ou licor, um pequeno sino, uma espada, um hissope ou falo, e um crucifixo invertido; é ainda usada uma hóstia. (…) O altar da Missa Negra é uma mulher nua, os participantes vestem trajes negros com capuz. O rito segue mais ou menos o da missa católica, com as orações ditas em latim, inglês e francês. Naturalmente, em vez do nome de Deus é invocado o nome de Satanás; invoca-se o nome de vários demônio, pronuncia-se o Pai Nosso em sentido contrário e negativo (“Pai Nosso que estás no inferno”…), lançam-se invectivas contra Jesus Cristo e a Hóstia é profanada de diversos modos (utilizando-a em práticas sexuais, pisando-a repetidamente com ódio…)” (p. 19).D. Angelo Scola[4], abordando pastoralmente a questão dos ritos satânicos segundo a doutrina da Igreja, em certo ponto observa: “Convém recordar, mesmo entre parêntesis, que os ritos satânicos muitas vezes comportam o sacrilégio (sobretudo da Eucaristia), como parte integrante do seu processo. Daí que se torna necessário advertir que ‘quem profana as espécies consagradas ou as toma e as conserva com fins sacrílegos, incorre na excomunhão ‘latae sententiae’ reservada à Santa Sé (CDC, cânon 1367). Já daí se deduzir a gravidade de tais práticas” (p. 44).Escreve, finalmente, o prof. André Porcarelli[5]: “Ainda que La Vey sublinhe muitas vezes o caráter psicodramático de tais ritos, persiste a ambigüidade tipicamente satanista de, por um lado, se afirmar não acreditar em Deus, em Jesus Cristo, na Igreja, nos Sacramentos e no seu valor salvífico e, por outro lado, de se dirigir diretamente a Deus (para afirmar que não existe), a Jesus Cristo (…) e, de muitas vezes, se servir de hóstias consagradas para as profanar nos rituais, manifestando assim todas as contradições dessa ‘fé rebelde’, em que a negação de Deus se pode considerar uma simples forma concreta do ódio satânico contra Ele e não vice-versa” (p. 50).Com efeito, ainda que não se possa afirmar que a Maçonaria, no seu todo ou em parte, promova rituais satânicos, em que se profanam hóstias consagradas, também não é possível afirmar o inverso, tendo em vista tudo o que foi apresentado acima e diante dos “segredos irreveláveis” a que estão sujeitos os maçons, por grave juramento, desde o 1º grau da Maçonaria, sendo que a mensagem de salvação cristã encontra-se aberta e disponível a todos os homens de boa vontade, consistindo portanto em algo TOTALMENTE PÚBLICO, incompatível com graus e segredos!É por essas e outras coisas que a Igreja Católica insiste em AFIRMAR para todos os seus fiéis, sem exceção: É IMPOSSÍVEL CONCILIAR A MAÇONARIA COM A FÉ CATÓLICA, pouco importando o que acham ou dizem em sentido contrário outras pessoas, inclusive eventuais “bispos”, “padres” ou “religiosos”.Mais Reportagens:
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